_________Luandabe____________Luandabel
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_________________Luandabela♥♥♥
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__________♥Olá♥ Caríssimo♥
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___EU___*####*
__QUERO___*####
__VOCÊ_______*##*
__FELIZ TODO___*##
__DIA___________*##.
______________.#####. Beijos :-***
___________.##########
__________.####*__*####
Na verdade... :x
Nós todos precisamos uns dos outros, eu, por exemplo, preciso
De você... Do seu carinho e da sua amizade.
Luandabela -)(-:

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ah! Ganda Maluca!

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Ah! Ganda Maluca!



]

I{•------»«------•}I
[



Na entrada do teu prédio,


mesmo ali atrás da porta,


eu sofri o teu assédio,


a direito em linha torta.

 Atacaste de surpresa,


eu não estava nada à espera,


boca doce, framboesa,


atacaste feita fera.


Pela boca entreaberta


uns sussurros melodia,


tua língua inquieta.


Oh! meu deus como mexia!


Tua boca me arrepia


e me mancha de batom.


Sem contar, ao fim do dia,


eu pensei como isto é bom.


Tu pareces possuída,


um demónio em movimento,


eu com a boca já em ferida.


Queres tudo ao mesmo tempo!


Avançamos às escuras,


tropeçamos nas escadas,


com as tuas diabruras


tenho as costas arranhadas.


Não percebo esta urgência


de me teres dentro de ti.


A pedir-te paciência.


nem sequer me atrevi.


Inventamos posições


escada acima, escada abaixo,


o teu corpo em convulsões,


Tu por cima…eu por baixo.


Nem te importam as vizinhas


que assomam às escadas,


assustadas, coitadinhas,


logo fogem assustadas.


Não sossegam os meus dedos


o teu corpo é um encanto,


santuário de segredos.


em cada canto e recanto.


Mergulhamos num prazer,


num estado de euforia,


nossos corpos a tremer,


verdadeira alquimia.


Outra vez, só mais um pouco,


tu me pedes ao ouvido


num arfar que me põe louco,


num lamento tão sofrido.


Só te peço: devagar,


desta vez não tenhas pressas.


Com as ancas a gingar.


logo ali tu recomeças.


Tu me enroscas febrilmente,


encostada ao corrimão,


como torces o teu ventre!


Deve ser da posição.


Numa valsa, num balanço


tu ondulas, qual serpente.


Tu recuas, eu avanço,


depois paras de repente.


Vais ficando ofegante,


o que abana o teu peito,


espetado, provocante,


pequenino mas perfeito.


Abocanho-te um seio,


chupo forte, tão guloso,


uns gemidos pelo meio,


estremeces com o gozo.


Escorregas-me dos dedos,


entre gritos e risadas


e no meio dos folguedos


quase cais pelas escadas.


De repente ficas séria,


por feitiço (salvo seja)


no pescoço a tua artéria


salta, engrossa e lateja.


Tu fraquejas, amoleces


no meio dum estertor.


É prazer mas tu pareces


abalada pela dor.


Já rendido à fadiga.


eu sentei-me já cansado,


quanto a ti querida amiga


descansavas ao meu lado.


A roupa num desalinho,


os cabelos desgrenhados,


tu num gesto de carinho


tocas meus lábios gretados.


Com um dedo tu me ordenas


um silêncio abafado.


Mas depois daquelas cenas


quem não estará acordado?


Tu ajeitas o vestido


com aprumo, compostura,


e num gesto tão querido


dás-me um beijo com ternura.


Tu me empurras levemente


Para a porta de saída


e eu sei perfeitamente


que é chegada a despedida.


Pisco o olho divertido


num sorriso cá dos meus.


Tu num gesto decidido


viras as costas. Adeus!



]

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