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______________.#####. Beijos :-***
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Na verdade... :x
Nós todos precisamos uns dos outros, eu, por exemplo, preciso
De você... Do seu carinho e da sua amizade.
Luandabela -)(-:

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Cientistas discutem censo da vida marinha

veja fotos

Cientistas reúnem-se na Espanha para discutir novas descobertas, como essa aranha marinha achada nas águas da Antártida.


O Megaleledone setebos, que vive nas águas próximas à Antártida, pode ser a origem de diversos polvos encontrados em outros oceanos.

Diferentes polvos podem ter a mesma origem (no sentido horário): Pareledone charcoti, Thaumeledone gunteri, Adelieledone polymorpha e Megaleledone setebos.


A lula Histioteuthis bonelli nada em profundidades entre 500 e 2 mil metros na faixa equatorial do Oceano Atlântico

A medusa Mausithoe foi coletada no mar de Celebes, no oceano Pacífico, pelos pesquisadores do Censo da Vida Marinha.

A água viva Aequorea macrodactyla viaja nas águas quentes do oceano Pacífico, em uma área de alta diversidade biológica.


Exploradores australianos descobriram centenas de novas espécies marinhas na costa da Austrália. Entre as identificadas está a espécie de água viva ctenophore.

Os cientistas acreditam que esta alga marinha de cor verde, encontrada na Heron Island, pode ser uma nova espécie. As expedições foram patrocinadas pelo Censo Global da Vida Marinha.

A pesquisa, realizada por especialistas do Museum of Tropical Queensland, é o primeiro inventário sistemático de corais moles e de vários ecossistemas marinhos australianos.

Rick Morris filma corais moles no norte de Heron Island. O Censo global da Vida Marinha é um projeto de 10 anos que visa fazer um levantamento da vida marinha em oceanos de todo o mundo.





A equipe de especialistas identificou cerca de 300 corais moles, como este Dendronepthya. Das espécies encontradas, 130 eram completamente desconhecidas.

Segundo os especialistas, os corais são ameaçados por uma série de fatores, como acidez dos oceanos, poluição, aquecimento, pesca e o efeito predatório de alguns tipos de peixe.


Os cientistas australianos encontraram dezenas de pequenas espécies de crustáceos. Uma delas é o caranguejo branco, que habita as águas de Heron Island.


O pesquisador Neil Bruce estuda espécies por meio de um aquário iluminado, em Lizard Island, em que está localizada uma grande barreira de recifes.

O estudo é um dos eventos que marcam o Ano Internacional do Recife. Para biólogos, as expedições evidenciam o quão longe se está de descobrir a diversidade das espécies que habitam os recifes.


Os biólogos dizem ter encontrado habitats "casas de boneca" onde vivem espécies como este tipo de lesma. O censo global da vida marinha reúne pesquisadores de mais de 80 países.

Megaleledone setebos. Foto: M. Rauschert
Megaleledone setebos pode ser origem comum de vários polvos
Cientistas de todo o mundo reúnem-se nesta terça-feira na cidade espanhola de Valência para discutir o Censo da Vida Marinha, um projeto de 10 anos que estuda os seres que vivem nos oceanos.

O primeiro Censo da Vida Marinha deve ficar pronto em 2010, em um trabalho que envolve mais de 2 mil cientistas de 82 países diferentes.

Na véspera do encontro, os pesquisadores do projeto divulgaram novas imagens de espécies que foram fotografadas e estudadas neste ano.

Os cientistas passaram os últimos oito anos pesquisando diferentes aspectos da vida marinha, inclusive descobrindo novas espécies e revelando as origens de alguns animais.

Origem de polvos

Segundo os pesquisadores, o objetivo do Censo é avançar nas tecnologias que permitem as descobertas no mar, organizar e tornar acessível o conhecimento sobre vida marinha, medir o efeito que as atividades humanas têm no oceano e fornecer dados científicos para políticas ambientais.

O principal foco dos últimos dois anos do projeto será sintetizar todos os dados já coletados, afirma o coordenador do Censo da Vida Marinha Antártica (CAML, na sigla em inglês), Don O'Dor. O CAML é um dos projetos que integra o Censo da Vida Marinha.

Uma das pesquisas que está no censo – e que deve ser apresentada em Valência esta semana – afirma que muitos dos polvos que vivem em grandes profundidades evoluíram de uma espécie que ainda existe nas águas frias próximas da Antártida.

Os pesquisadores acreditam que as criaturas evoluíram depois de serem levadas por correntes para outros oceanos há 30 milhões de anos.

"Muitos dos polvos foram coletados de altas profundidades em projetos diferentes do Censo da Vida Marinha", disse O'Dor à BBC.

Os dados foram repassados para a bióloga Jan Strugnell, do British Antarctic Survey (BAS), um centro de pesquisas de Cambridge, na Grã-Bretanha, que realizou análises de DNA dos polvos.

A pesquisa de Strugnell concluiu que muitas características dos polvos têm a mesma origem – a espécie Megaleledone setebos que existe há 30 milhões de anos nas águas da Antártida. A cientista também analisou diferentes correntes que difundiram os polvos para outros oceanos.

O estudo sobre a origem dos polvos é apenas um dos projetos que integra o Censo da Vida Marinha.

"Muitos dos nossos projetos já foram concluídos, e nós temos muitos dados", afirma O'Don.

"O que nós estamos fazendo agora é reunir toda essa informação em uma forma que ela possa ser compreendida pelas pessoas, para que elas vejam o quanto nós aprendemos sobre o oceano e os seres que o habitam."

Segundo Patrícia Miloslavich, outra coordenadora do Censo, com as pessoas cada vez mais preocupadas com aquecimento global, o trabalho dos cientistas pode ajudar a determinar o impacto que a atividade humana terá nos oceanos nos próximos anos.

O conselho que coordena os trabalhos internacionais dos cientistas também vai discutir esta semana o segundo Censo da Vida Marinha, que será elaborado entre 2010 e 2020.



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