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__________♥Olá♥ Caríssimo♥
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______________.#####. Beijos :-***
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Na verdade... :x
Nós todos precisamos uns dos outros, eu, por exemplo, preciso
De você... Do seu carinho e da sua amizade.
Luandabela -)(-:

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Chimpanzés também utilizam ferramentas sexuais, diz pesquisa

Chimpanzés também utilizam ferramentas sexuais, diz pesquisa


John Tierney

O ego humano jamais voltou a ser o mesmo desde o dia em que Jane Goodall observou um chimpanzé que estava comendo formigas perto do lago Tanganica, em 1960. Depois de aparar cuidadosamente uma folha de grama, o chimpanzé a introduzia nos corredores de um formigueiro a fim de extrair seu alimento. Os seres humanos já não podiam se definir como a única espécie criadora de ferramentas.
A notícia desanimadora foi resumida pelo mentor de Goodall, Louis Leakey: "Agora precisamos redefinir o que significa ferramenta e o que significa ser humano, ou aceitar os chimpanzés como seres humanos".
Assim, o que fizemos de fato agora que já tivemos meio século para choramingar a respeito? Em um ensaio sobre o 50° aniversário da ocasião, publicado pela revista Science, o primatologista William McGrew começa elogiando o progresso dos estudos de chimpanzés, que deixaram de ser simples observações de campo e se tornaram "uma etnologia propelida por teorias e hipóteses para teste".
Ele espera delicadamente até o terceiro parágrafo - no jornalismo, essa técnica se chama "esconder o lide" - para desferir o mais devastador dos golpes contra a autoestima humana. Depois de apontar que as "caixas de ferramentas" dos chimpanzés incluem mais de 20 itens, com base nas observações das últimas décadas, McGrew casualmente menciona que elas são usadas para "diversas funções da vida cotidiana, incluindo subsistência, socialização, sexo e sustento pessoal".
Sexo? Os chimpanzés têm ferramentas para sexo? Nem a pau. Se existe um comportamento intrinsecamente humano, certamente é a fabricação de brinquedos sexuais.
Considerando tudo que a evolução fez para transformar o sexo em uma função instintiva, e talvez dominante, eu imaginaria que criaturas sem acesso à Internet abdicassem desse tipo de tecnologia. Apenas o Homo sapiens parecia ter sido abençoado com o córtex pré-frontal ocioso e os ágeis polegares opostos necessários a inventar artefatos eróticos. Ou talvez o Homo habilis, o famoso conserta-tudo que existiu dois milhões de anos atrás, se um desses nossos ancestrais se entediou algum dia com seu emprego no setor de processamento de rochas.
"A vida deve ter coisa melhor. Aposto que ninguém morreu desejando ter tido mais tempo para produzir pedras pontiagudas. E se eu decidisse fazer uma ferramenta para... alguma coisa divertida?"
Para mim, era difícil imaginar de que maneira os chimpanzés teriam realizado esse salto evolutivo. Mas eu também estava enfrentando dificuldades para descobrir exatamente o que eles estavam fazendo quanto a isso. Usavam folhas de grama para trocar cócegas? Construíam camas de musgo em forma de coração? Usavam pedras para massagens, se amarravam uns aos outros com cipós, ou... bem, na verdade, eu não fazia a menor ideia.
Por isso, liguei para McGrew, professor na Universidade de Cambridge. A ferramenta do sexo, ele explicou, é uma folha. De preferência uma folha morta, porque é ela que faz mais barulho quando um chimpanzé a apara com a mão ou a boca.
"Os machos basicamente precisam atrair e reter a atenção das fêmeas", disse McGrew. "Um dos modos de fazê-lo é aparar folhas. Isso resulta em um barulho característico. Imagine rasgar uma folha de papel ressecada ou áspera. O som não tem nada de espetacular, mas é característico". Está bem, um som característico. Mas como chegar daí ao sexo?
"O macho apanha uma folha, ou algumas folhas, e se senta em algum lugar no qual a fêmea possa vê-lo. Ele abre as pernas de modo a que a fêmea possa ver sua ereção, e rasga a folha aos poucos, jogando no chão os pedaços que arranca. Às vezes ele precisa fazer isso com meia dúzia de folhas antes que ela perceba".
E o que acontece? "Presumivelmente ela percebe a ereção, soma dois e dois e, se estiver interessada, se aproxima e apresenta ao macho sua traseira, e os dois se acasalam".
Minha primeira reação, como ser humano chauvinista, foi descartar essa tecnologia como risivelmente primitiva - crua demais até mesmo para merecer qualificação como uma ferramenta sexual efetiva. Mas McGrew afirma que o método atende à definição antropológica de ferramenta: "Ele está usando um objeto portátil a fim de atingir um objetivo. No caso, o objetivo não é comida mas acasalamento".
Se você definir a situação assim, seria possível considerar esses chimpanzés como o equivalente a um ser humano (espero que de calças) que tenta atrair mulheres ao circular com um carro do qual escapa música a 120 decibéis. Mas até que os pesquisadores encontrem uma mulher que se disponha a admitir que homens que circulam com carros barulhentos são mais que irritantes, essas ferramentas humanas devem ser consideradas como becos sem saída em termos evolutivos.
Em contraste, os chimpanzés e suas folhas parecem mais avançados, quase cavalheirescos. Mas o mais justo talvez fosse comparar a folha à mais popular das ferramentas sexuais humanas, que agora podemos identificar graças a uma pesquisa acadêmica que meu colega Michael Wineripe descreveu em artigo no ano passado. Os pesquisadores descobriram que o vibrador, considerado como tabu até algumas décadas atrás, se tornou um dos utensílios domésticos mais comuns dos Estados Unidos.
Pouco mais de metade das mulheres, e quase metade dos homens, reportam já ter usado um desses aparelhos, e não estavam oferecendo massagens platônicas.
Aparar folhas, enquanto isso, se manteve como um fetiche local entre os chimpanzés. A estratégia sexual em questão foi identificada em uma colônia na Tanzânia mas não na maioria dos demais grupos. Não houve nada comparável à evolução observada nos distribuidores de ferramentas sexuais humanas, de lojas pornô a butiques de nomes engraçadinhos (Pleasure Chest, Good Vibrations), passando por cadeias de varejo de massa como a CVS e Walmart.
Por isso é melhor que sigamos a sugestão de Louis Leakey e tentemos preservar o que resta de nossa dignidade ao redefinir o que significa ser humano. Podemos não ser a única espécie produtora de ferramentas, mas ninguém mais tem o nosso gênio para o marketing. Reinamos supremos, e de fato sem rivais, como única espécie do planeta que comercializa ferramentas. Agora vejamos por quanto tempo conseguiremos manter esse título.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
The New York Times 
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