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______________.#####. Beijos :-***
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Na verdade... :x
Nós todos precisamos uns dos outros, eu, por exemplo, preciso
De você... Do seu carinho e da sua amizade.
Luandabela -)(-:

quarta-feira, 5 de maio de 2010

No banco da frente


Superação

 
No banco da frente


Boa parte dos jovens almeja a chegada à maioridade. Em grande parte, pelo fato de finalmente poderem dirigir um carro sem depender dos pais ou do transporte público. No entanto, existem muitas pessoas que têm receio em ficar atrás do volante sozinhas. Conheça as causas e formas de superação desta fobia

Juliana Cruz

Segundo a psicóloga Cecilia Bellina, especializada em Terapia Cognitivo- Comportamental e Psicologia do Trânsito, pela Universidade de São Paulo, cerca de 30% dos alunos que se matriculam nas autoescolas já manifestam medo de dirigir. Em partes, ela atribui esse fator à convivência entre pretensos alunos e pessoas já habilitadas que desenvolveram traumas no ato da direção. “No entanto, é importante verificar se o medo do não habilitado é um medo comum ou patológico, pois é comum a existência do medo normal quando se começa a fazer algo que não se sabe”, completa a médica.
A neurocientista Laura Granado, especialista em Neurociências e Comportamento pela Universidade de São Paulo, alega que isso acontece porque um estresse diário, relacionado a um determinado contexto, faz com que este passe a ser evitado pelo indivíduo, o que pode vir a caracterizar fobia. Assim, a pessoa que vive situações estressantes no trânsito todos os dias pode criar uma aversão a dirigir. A convivência entre essas pessoas com não habilitados pode ajudar na construção de uma imagem negativa do ato de guiar um veículo, capaz de influenciar outras pessoas. “Isso significa que as respostas de medo, como a sudorese, a taquicardia, etc. surgem na pessoa com fobia, antes mesmo de o estímulo ser conhecido conscientemente”, explica a doutora sobre os principais sintomas.

Além deste, outros fatores também podem facilitar o desenvolvimento desse tipo de fobia, como o perfeccionismo e a insegurança do indivíduo, no que diz respeito a se tornar um agente causador de acidentes. No entanto, por mais paradoxal que possa soar, boa parte dos temerosos insiste em aprender a dirigir. A psicóloga acredita que isso se dê graças ao convívio social, responsável por instigar as pessoas a quererem se encaixar, ter e fazer o mesmo que julgam que os demais tenham ou façam. “Basicamente a necessidade e a vontade de fazer algo que eles imaginam que todos façam. Percebemos que a partir do momento em que a pessoa se vê capaz, sua autoestima também aumenta”, complementa. Na prática

Um exemplo é Rafael da Costa, de 21 anos, que só tirou a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) por insistência de sua mãe, que achou mais seguro ter o filho habilitado para casos de emergência. Mesmo sem nunca ter tido vontade de dirigir, passou em todos os testes sem problemas. No entanto, Rafael costuma evitar sair de carro e o motivo principal é o medo de passar vergonha no trânsito. Ele diz que a impaciência das pessoas e a sensação de dirigir por obrigação deixam-no inseguro, aumentando a probabilidade de cometer falhas.
“Eu tirei a carta porque minha mãe pediu. Eu nunca tive vontade de dirigir. Nas minhas aulas não tive problemas em subidas ou com baliza, porém, após tirar a carta, peguei esse medo de subidas e passar vergonha na rua. Fico muito tenso e inseguro, também pelo fato de não conhecer muito bem os lugares.

A pessoa que vive situações estressantes no trânsito todos os dias pode criar uma aversão a dirigir. A convivência entre essas pessoas com não habilitados pode ajudar na construção de uma imagem negativa do ato de guiar um veículo
A sensação de uma suposta obrigatoriedade de dirigir me causa sensação de desconforto e insegurança. A ignorância do trânsito e a falta de paciência das pessoas também causam isso”, desabafa Rafael.
Assim como ele, Carolina Godoy de Almeida Campos, de 23 anos, passou a temer o volante por vergonha de errar. Ela conta que, quando mais jovem, sua mãe lhe deixou dirigir em um estacionamento fechado e ao ligar o carro, o mesmo saiu cantando pneu e o motor morreu. Ela superou o medo sozinha, indo à autoescola e adquirindo prática no dia a dia.
“Quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, fui com minha mãe e meu irmão andar de patins no estacionamento de um supermercado. Indo embora, minha mãe sugeriu que dirigíssemos. Meu irmão dirigiu e foi tudo lindo. Quando chegou minha vez, passei vergonha, porque dei quase um 360º em cavalo de pau... Desde então, sempre que me ofereciam para dirigir eu não queria. Só fui parar de ter medo quando entrei na autoescola e, com o instrutor, aprendi que devo soltar devagar a embreagem e pisar na mesma velocidade no acelerador, assim o carro não derrapa”, explica Carolina, mantendo o bom humor.

Mesmo que a maioria das autoescolas não ofereça nenhum tipo de apoio psicológico aos alunos, esse tipo de trauma é mais fácil de lidar, já que se trata de algo relacionado à falta de prática do aluno. Porém, outros casos necessitam de tratamento para serem solucionados, como o de Denise da Silva Azevedo, de 26, por exemplo. Denise, que não é habilitada, adquiriu fobia do trânsito em geral após se envolver em dois acidentes. No primeiro, ela estava no banco de trás do veículo e nem sentiu a pancada. Já no segundo, estava sem o cinto, no banco do passageiro, e pôde ver em detalhes quando o carro à sua frente decidiu fazer uma manobra proibida sobre o canteiro central a fim de pegar o sentido contrário da avenida. Mesmo sem ferimentos muito graves, desde então, toda vez que entrava em um carro ou em um ônibus achava que iam bater. Passou a dar preferência por trajetos a pé, evitando ao máximo o contato com automóveis. Somente quando a situação se tornou insustentável, passou a consultar-se com uma psicóloga e, aos poucos, superou o medo, mas não totalmente por completo.

“Tenho vontade sim de tirar a habilitação, mais sinceramente não sei se estou preparada, acredito que quando eu decidir fazer isso precisarei de mais ajuda para perder o medo de dirigir, de estar dentro de um carro e de sofrer acidentes. Existem coisas que marcam a nossa vida para sempre, sejam elas boas ou ruins... mas sei que preciso o quanto antes perder esse medo e ir atrás dessa superação”, conta Denise.
A neurocientista alega ser de suma importância que uma pessoa com fobia do trânsito procure tratamento específico, especialmente se o agente causador for um acidente. Isso porque acidentes podem resultar em transtorno de estresse pós-traumático, capazes de repercutir negativamente no dia-a-dia da pessoa. “É aconselhável a procura de um profissional, um psicólogo, para que a causa da fobia possa ser compreendida e tratada em seu âmago”, informa. Laura diz, ainda, que “o paciente deve evitar situações que provoquem ansiedade”.


Alguns casos de fobia necessitam de tratamento para serem solucionados. É o caso de pessoas que desenvolveram medo de dirigir após acidentes de trânsito
Neurociência

“Pensando nas estruturas cerebrais: tálamo e amígdala, a situação estressante faz com que o tálamo envie a informação para a amígdala. Quanto mais essa situação se repete, maior a eficiência das vias neurais que conectam esses órgãos. Portanto, é possível pensar que situações de estresse intenso devem ser evitadas. Pessoas com fobia de dirigir, por exemplo, se sentirão mais seguras para começar a praticar exercícios após o início de um tratamento psicológico, pois este permitirá ao paciente se expor aos poucos à situação, sem que isso seja ansiogênico”, conclui a especialista.
Com isso, pode-se dizer que, ao contrário do que o ditado popular prega, não é se jogando em uma piscina que uma pessoa perderá o medo de se afogar. O tratamento com um profissional capacitado é a melhor opção no processo de superação de seu medo, seja ele qual for.


Diferença entre medo e fobia

De acordo com Laura Granado, é possível reverter o medo de dirigir causado por acidentes através da Psicoterapia. Compreender os aspectos emocionais envolvidos no trauma permite que o medo patológico seja diferenciado do medo funcional, aquela sensação de receio comum que age como forma de autopreservação, inerente ao ser humano. Ou seja, a principal diferença entre medo e fobia é que esta última interfere na rotina ocupacional do indivíduo, como trabalho e estudos, enquanto a outra nada mais é que uma manifestação natural sem a qual não sobreviveríamos.

Sabendo mais

O site www.vencendomedodedirigir.com.br traz informações importantes para quem se interessa pelo tema. Ele indica que o perfil de quem tem medo de dirigir, segundo pesquisas realizadas, se concentra, em maior proporção, no grupo feminino, não excluindo também incidência no grupo masculino. Afirmam que outros transtornos psicológicos interferem no medo de dirigir. Eles explicam que pessoas predispostas a serem ansiosas ou depressivas, podem desenvolver outros transtornos psicológicos como o medo de falar em público, medo de subir em elevador, medo de altura, etc
Juliana Cruz é jornalista e escreve para esta publicaç

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