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_________________Luandabela♥♥♥
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__________♥Olá♥ Caríssimo♥
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___EU___*####*
__QUERO___*####
__VOCÊ_______*##*
__FELIZ TODO___*##
__DIA___________*##.
______________.#####. Beijos :-***
___________.##########
__________.####*__*####
Na verdade... :x
Nós todos precisamos uns dos outros, eu, por exemplo, preciso
De você... Do seu carinho e da sua amizade.
Luandabela -)(-:

terça-feira, 4 de maio de 2010

Viver a Vida







CHAPTER ONE


- SANTO DEUS DOS MOTORISTAS!!
abriu violentamente a porta da casa de dois andares que dividia com as amigas.
- CRUZES!- culhão deu um pulo no sofá com a mão no peito.
- Gáh!- que vinha trazendo um balde de pipocas da cozinha, jogou tudo pro alto.
- Não faz mais isso senão eu tenho um infarto!- null.
- !! Olha o que você fez!- apontava para o chão. Agora coberto por pipoca.
- Vocês não vão acreditar no que aconteceu.
disse fechando (batendo, quase quebrando) a porta com o pé e jogando a bolsa no chão.
- Meu Deus...- null falou levantando-se.
- Ai não, to sentindo... Lá vem bomba.- colocou as mãos nos olhos e depois se levantou desligando a TV.
- Não me diga que você entrou com o carro em outra loja de departamentos que estava sendo assaltada...- null.
- Ou atropelou o cachorro-quente gigante do fastfood aqui perto.
- Ou deixou o carro descer a ladeira desgovernado por não ter puchado o freio de mão.- rolou os olhos.
- Ou...
- AAH. Parem! Isso são águas passadas... E vocês não tem do que reclamar do assalto, já que o dono da loja nos deu um ano de compras grátis.
- Para de enrolar e fala logo qual foi a merda que você fez dessa vez.- null
- Eu...Eu...Eu atropelei o Robert Pattinson.- Riu sem graça.
começou a rir descontroladamente.
- F-Fala sério ! Pára de b-bobeira...- .
culhão e se entreolharam, e depois voltaram a encarar a amiga.
- Mas, não é bobeira. Ele está no hospital...- .
parou de rir no mesmo segundo.
- O QUE?! NÃO É!? COMO ASSIM VOCÊ ATROPELA O MEU RONRON?- saltou diretamente para cima da amiga. culhão se posicionou entre as duas e teve que derrubar no chão.
- Ei, ei. Calma não teve nenhum dano permanente... Apenas alguns arranhões e roxinhos pelo corpo. Nada tãão sério.- tentava acalmar a fera. Quando o assunto era Robert P. matava se fosse preciso.
- OMG, estamos mortas!- culhão se sentou, sobre as costas da outra que ainda estava no chão, colocando as mãos na cabeça.- Se todas as fãs dele descobrirem que você tentou matá-lo elas virão atrás de você... E você mora aqui...- Apontou para o chão.- E moramos com você...- Apontou para si própria.- Estamos fritas!
- Sai de cima ô orca!- batia os pés no chão. Uma tentativa frustrada de tentar chamar a atenção.
- Pera lá. Eu não tentei matá-lo...- se defendeu, ignorando totalmente o comentário da amiga esmagada.
- E como tudo aconteceu?- null.
- SAIIIII!- .
- Ah, desculpa tinha me esquecido de você.
- Obrigada pela parte que me toca!- se levantou com dificuldade estalando as costas.
- Agora , desembucha.- null.
- Ok, Ok... Eu estava andando com o seu carro ...
- MEU CARRO?
- É... Foi o que eu disse.- .
- Mas eu não te proibi de usar ele depois da história da ladeira?
- Detalhes amiga, detalhes... Agora continuando...

FLASBACK

POV

Espero que a demore pra voltar pra casa. Se ela souber que eu peguei o carro dela. Estou cozida. Mas foi por motivo de força maior... A minha loja favorita estava em liquidação. E eu não posso perder uma liquidação. Droga, já está quase na hora dela chegar. Tenho que voltar o mais rápido possível. Ah, droga de sinal!
Porque os sinais sempre ficam vermelhos quando estamos com pressa?
Quando eu estava começando a ganhar velocidade novamente, eis que surge uma coisa preta não identificada no meu capô. Freei bruscamente fazendo a coisa rolar para o chão. Saí do carro, mas preferiria não ter feito isso. Já estava se formando aquela rodinha em volta. Droga! Agora além de maluca vou ser tachada de psicopata!
Fui ver o estrago feito. Tive que me apoiar no pára-choque para não cair, quando vi a minha vítima. Robert Pattinson. Com todas as pessoas anônimas no mundo para eu atropelar, eu tinha que justamente atirar o carro em cima de alguém famoso?
Deus você me odeia não é?
Pode falar.
- CÉUS! Matei Robert Pattinson estou fo@#!*...
Cheguei a essa conclusão quando vi que ele não se mexia. Liguei para uma ambulância. Em menos de três minutos já tinham chegado.

END FLASBACK

- Daí eu tive que ir junto para assinar alguns papéis e blá, blá, blá... Como se ninguém conhecesse ele.- terminou de contar a história, estava com a sombrancelha erguida e culhão com a boca aberta.- Ei gente! dá um sinal de vida.. Morreram?
- Pera aí, pera aí... Você tá me dizendo que quem assinou a entrada dele no hospital foi você?- .
- Han... Foi?
- AAAAAAAAH! AMIGA EU TE AMO!- se levantou e abraçou dando pulinhos.
- Eu estou boiando...- null.
- Eu já afundei a anos.- .
- Gente. Vocês não perceberam?- perguntou com um brilho no olhar. As outras se entreolharam e negaram juntas.- Se a assinou para ele entrar, ele só pode sair de lá com ela! Ou seja...
- Ela vai ter que ir vê-lo novamente.- null.
- Ou seja...
- Nós vamos junto.
- ISSO!
- Tá vendo como as coisas que eu faço tem um lado bom.- sorriu abertamente. As amigas abraçaram-se.
- VAMOS CONHECER ROBERT PATTINSON! aaaaaaaaaaaaaaaaaaH!!!!!- gritaram.
- Espera, mas eu já conheço.- .
- Já?- e null.
- É ele acordou quando eu estava lá. conversamos um pouco. Cara legal. Mas eu tinha que vir aqui pra entregar o carro né.
- UAU!- .- Vamos lá agora.
- , já está de noite...- .
- A essa hora não é mais permitida a entrada de ninguém.- null.
- A qual é!? vocês nunca viram aqueles filmes que as pessoas invadem o hospital, e se veste de médico?- .
- , aquilo é um filme... E isso aqui é a vida real.- .
- Cara, você disse algo decente!- null.- Ainda há esperança para você!
- Idiota.- deu um tapa no ombro dela.
- Droga. Vocês adoram acabar com a minha diversão!- .
- Não fica assim... Amanhã nós vamos lá. Prometo.- .
- Amanhã, sem falta!

CHAPTER TWO

culhão POV

Eu vou matar quem está pulando em cima de mim. De um geito bem lento e doloroso. Porque tinham que me acordar justo agora hein? Justo na hora que o Taylor vai me beijar? É perseguição só pode.

- , se você não parar agora eu juro que te mato!- Rosnei.
- Não é a ... Sou eu.
se jogou na cama.
- O que!? Mas eu achei que quem estivesse alucinada por ir ao hospital fosse ela.
- E ela está. Ela até me pagou pra vir aqui te acordar. Cem pratas.
- Que amigas que eu tenho...- Tampei o rosto com o travesseiro.
- Anda, vem logo.- puxou as cobertas e eu me encolhi.
- Mas dez minutos.- Tateei a cama procurando, em vão, as cobertas.
- Tudo bem, mas se o Taylor for embora do hospital e não der pra você o ver, não me culpe...- WHAT ?!
- O QUE FOI QUE VOCÊ DISSE?!
- será que vocês tem problemas auditivos? Todo mundo me pede pra ficar repetindo as coisas que eu digo. É cansativo!- Arqueei uma sombrancelha.- Ok... Eu vi agorinha na TV que o Taylor foi lá visitar o Rob.
- Eu tenho que me arrumar!- Levantei da cama num pulo.
- E eu vou pegar o meu dinheiro.- bateu palmas e saiu.

E agora com que roupa eu vou? Olhei para meu closet. CÉUS! EU NÃO TENHO ABSOLUTAMENTE NADA PARA VESTIR!

POV

AiAi. Nem acredito que eu vou ficar cara a cara com o Rob. Mas eu ainda não me decidi entre pular em cima dele e beijá-lo a força, ou me atirar aos seus pés e dizer que eu o amo...
Qual das duas é melhor? Bem, analisando os últimos acontecimentos da vida dele é melhor excluir a parte do pulo. Vai que ele está com alguma sequela do acidente.

- !!!- apareceu na cozinha do nada me fazendo jogar todo o café da minha xícara no chão.
- MAs será que toda vez que você aparece em um lugar tem que me dar esses sustos? Vamos ter um défict no orçamento se você continuar a me fazer desperdiçar a comida!- Peguei um pano na pia e me abaixei para secar o chão.
- Porque tudo que você faz de errado é culpa minha? Eu não tenho culpa se você tá devendo e leva susto à toa.
- Tudo bem, o que você quer?- Deixei pra lá, não vale a pena discutir com maluco.
- O meu dinheiro.- Sorriu. Aé o dinheiro.
- Está na minha bolsa. Já tomou café?- Perguntei enquanto ela ia na direção da sala.
- Sim.- Ela gritou.
- Bom dia!!!!- null entrou correndo na cozinha radiante. Pegou um pãozinho e saiu me puchando.- Vamos, vamos...
- Ei o rob é meu hein! Porque essa pressa toda?- Cruzei os braços.
- Anda explico no caminho.- Começou a dar pulinhos.- Agora vamos para o carro?
- Ok mas, cadê a ?- Olhei para os lados, e não vi nem a minha bolsa nem a .- AH NÃO ELA FUGIU.
- não pira. Ela ta no carro... E por acaso é onde nós deveríamos estar também...- null abriu a porta apontando para fora. Saí correndo e null veio atrás de mim.
- Ei porque você está sentada no banco do motorista?- Perguntei à .
- Porque eu vou dirigindo oras.- Ela disse como se fosse óbvio.
- Mas nem por cima do meu cadáver!- Gritei.- Anda sai logo daí...
- Mas...
- Sai!

Ela se levantou num pulo e foi para o banco de trás resmungando. Sentei-me e pisei fundo no acelerador. null começou a berrar quando o velocímetro estava a cem por hora. Revirei os olhos e mandei elas se acalmarem. Em menos de vinte minutos estávamos no estacionamento do hospital.
É impressão minha ou toda a cidade teve algum problema? Não tem nenhuma vaga. Isso aqui tá lotado. E agora o que eu faço?
Quer saber, que se dane. Estacionei atrás de um carro preto.

POv

- Vamos.- mal terminou de falar e já estava correndo entre os carros.
- EI! MALUCA, NÃO VAI TRANCAR O CARRO NÃO!?- null gritou pulando e apontando para o carro.
- NÃO TEM PROBLEMA. VENHAM LOGO.- .
- Antes ela quase me esfolou porque eu saí com o carro, sem ela saber. Agora ela não tá nem aí pra ele... Vou dizer uma coisa, é difícil acompanhar a mudança de humor dela.- Bati a porta com força.
- Até parece que ela ia se importar com alguma coisa além do " RonRon " dela.- null fez aspas.
Fomos até a recepção. Agora eu sei porque não haviam vagas, todos os repórteres dos EUA estão aqui.
Na minha terceira tentativa frustrada de passar me enraiveci e saí empurrando todos que entravam no meu caminho. null e faziam o mesmo. Após muito esforço entramos, e eu fui atrás do Dr. que tinha nos recebido ontem. Ele disse que o Robert receberia alta provavelmente hoje se até à uma da tarde não tivesse febre.
Quando entramos no elevador estava quicando, literalmente. Não posso dizer que null estava diferente. Até eu estava eufórica, mas não tanto quanto elas. Afinal, não tinha a menor chance do Jackson estar naquele quarto. Ele está em Dallas, para um Show do 100 monkeys. Triste.
Parei em frente à porta do quarto bloqueando a passagem, as duas só faltavam me esfaquear com o olhar.
- Antes de entrarmos eu tenho algumas recomendações a fazer.- Elas rolaram os olhos.- Primeiro, , nada de pular nele e dar um beijo ou dizer que o ama, e isso serve pra você também null. Segundo ajam naturalmente, ele não gosta muito de pessoas malucas ou descontroladas à volta dele. Ok?
- Ok.- Responderam juntas cabisbaixas. Pelo visto descobri o plano delas.
Abri a porta e vi Robert deitado na cama com Taylor sentado na beirada de uma poltrona ao seu lado.
- Olha se não é a minha assacina preferida...- Rob sorriu.
- Oi, e desculpa mais uma vez. Tem milhares de repórteres aqui.
- Não tem o que desculpar não foi culpa de ninguém, foi uma fatalidade. Pra falar a verdade nem sei como fui parar no seu carro.
- Muito menos eu.- me deu uma cotovelada.- Ha, e essas são as amigas que eu te falei ontem, e culhão.
- Háh a dona do carro... Prazer . culhão.
- ...- Ela estava que nem idiota o encarando. null depois de comprimentá-lo deu um empurrãozinho e ela despertou.- Só . E o prazer é meu.

Ela caminhou até a cama apertando a mão dele. Taylor se apresentou para todas. Como se não o conhecêssemos...

- Tenho boas notícias para você, falei com o médico e ele disse que se você não tiver mais febre poderá ir embora hoje mesmo.- Falei.
- Que bom. Não aguento mais ficar aqui deitado.- Ele passou a mão pelo rosto.
- Eu imagino estou aqui a duas horas e já estou louco para sair por aquela porta.- Taylor.
- Mas você pode ir...
- Não, eu disse que ia te esperar, e vou.
Eu estava lendo uma revista enquanto ouvia a discussão deles. null e nem piscavam.
- Taylor, cadê o Jack?- Rob.
- Ele está em Dallas.- Eu não queria responder, mas saiu sozinho. Anda pensa em uma resposta rápida.- Eu estou lendo uma reportagem que fala isso aqui na revista.
Mentira eu estava fazendo um teste pra ver se eu era chocólatra.
- Isso não é novidade, ele vive viajando com a banda. Só encontramos com ele nas gravações dos filmes e em algumas festas que o obrigam a ir.- Taylor.
- Porque, ele é obrigado?- null.
- Porque ele não gosta muito, prefere ficar em casa. Vai entender...- Rob.
- Que louco! Se eu pudesse ir nas festas que vocês vão não faltaria uma.- .
- No início eu também pensava assim mas, tem algumas que realmente são um saco.
- Depende da companhia.- Ela piscou e ele ficou sem reação.
AH MEU DEUS. Faz um buraco para que eu possa me esconder... Ele vai pensar que somos um bando de taradas. Que horror. Graças aos céus alguém bateu na porta. Uma enfermeira.
- Com licença, mas está na hora de medir a sua temperatura senhor.- A enfermeira estava se derretendo para ele. já estava bufando do meu lado. Ela se levantou e foi ficar em pé perto da janela. Eu continuei sentada no mini-sofá. null tinha engatado em uma conversa com o Taylor. Estavam na bolha deles. Revirei os olhos. Estou me sentindo excluída. Se pelo menos o meu lindão estivesse aqui, mas não, ele tem que ser o errado. Ele tem que estar a quilômetros de distância.
Após a saída da mulher Robert se levantou e caminhou até o meio do quarto ficando de costas para .
- Isso não é ótimo?!
- Han, o que ?- Perguntei meio distraída ao ver a cara da . Ela estava com a boca aberta, os olhos esbugalhados. E estava mais vermelha que o flash. Olhava fixamente para alguma coisa.
- A enfermeira disse que você já pode assinar os papéis da minha saída.
- hnm...
agora estava mordendo o lábio inferior e rindo. Vai entender. Quando Robert se virou para ir ao banheiro trocar de roupa pude ver o que tanto ela olhava. A parte de trás da roupa dele estava aberta. estava totalmente aberta. Coloquei rapidamente as mãos nos olhos. E vi null gargalhar.
- WOW. Cara olha o respeito!?- Taylor.
- Que é, que foi?- Robert estava meio perdido.
- Se olha no espelho.- null estava segurando uma risada. ainda estava em estado de choque agarrada à janela. Provavelmente para não voar em cima dele.
- CARAMBA! PORQUE NINGUÉM ME AVISA QUE EU ESTOU NESSE ESTADO?!- Robert ficou encostado de costas na parede. Ele estava tentando se fundir à ela?
- Só vimos agora...- Taylor.- E eu prefereria não ter visto.- Fez careta.
- OMG! A TEVE UM TROÇO!- null se levantou e começou a sacudi-la.- AMIGA REAGE! NÃO VAI PARA A LUZ!
- null menos...- Falei.
- tá tudo bem, eu estou bem...- falava baixo. Coitada ta traumátizada, mas de um geito positivo.
Depois desse mico Robert foi se trocar no banheiro enquanto eu descia e assinava os tais papéis. Algum tempo depois todos desceram, null e Taylor estavam mesmo introsados. ajudava Robert com uma bolsa de roupas que haviam trazido.
Enquanto eles falavam com os repórteres para avisar que estava tudo bem, eu e as meninas esperávamos em uma salinha.
- Eu acho melhor irmos embora.- Falei.
- Tá doida?!- agiu como se eu tivesse chingado a mãe, ou tivesse falado que a bolsa da chanel que ela tem é falsa. Dá no mesmo. - Eles estão ocupados, olha só.- apontei para a janela. De onde podíamos vê-los soterrados de seguranças falando com alguns repórteres selecionados.- Fora que o Rob precisa descançar, provavelmente ele quer ir para casa dormir e estamos aqui atrapalhando.
- É, odeio dizer isso mas, ela está certa .- null.
- Mas... Mas...
- Sem mas, vamos embora.- Eu disse.
- E se nós não nos encontrarmos de novo?- .
- Não esquenta, eu coloquei seu telefone na mochila dele. E o meu na do Lautner.- null piscou.
- VOCÊ É UM GÊNIO!- Gritamos e eu.

Saímos pela porta dos fundos, afinal a entrada estava intransitável. Na volta não me deixou dirigir. De novo.
Estava calculando as possibilidades deles acharem os bilhetes. Eram muito poucas mas, temos que ser otimistas não é?
A melhor coisa a se fazer é dar tempo ao tempo...
Nossa, filosofei... Mas a verdade é que nem eu estava preparada para os acontecimentos das próximas semanas.



CHAPTER 3

Taylor POV

Será que esses caras não cansam não é? Como eles podem ter tantas perguntas? Já estou de saco cheio, quero voltar logo lá pra dentro. Até que aquelas garotas são legais, tirando o fato de uma quase matar o Rob.
Falando nele é melhor eu dar um jeito de tirar ele daqui. Ele ta verde.

- Bom pessoal, eu acho que por hoje já deu né? O Rob precisa de descanso.

Peguei no braço dele e o puxei novamente para o hospital, vamos ter que sair pelos fundos. Entramos na sala em que havíamos deixado as meninas.

- Ué? Cade?- Rob falou olhando de um lado para o outro.

Ele estava mais perdido que eu. Na hora entrou um enfermeiro dizendo que elas haviam ido embora. Caí sentado no sofá branco da sala de espera. Como assim elas foram embora sem se despedir? Robert imitou meu gesto.

- Elas se...- Falei.
- Foram.- Robert.
- E eu nem peguei o telefone dela.
- Nem eu...

Ficamos um tempo olhando para a parede amarela na nossa frente.

- Quer tomar uma cerveja?- Rob.
- Você não pode.
- Quem disse?
- O médico.
- Que médico?- Ergueu a sonbrancelha e eu ri. É bom ter meu amigo de volta.
- Eu não me lembro...- Entrei no joguinho.- Vamos encher a cara então?
- Só se for agora.

Nos levantamos, pegamos as mochilas e saímos daquele emanador de doenças. Vulgo hospital.

culhão POV

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH.- andava de um lado para o outro.
- Que isso?!- desceu as escadas correndo com o cabelo todo embolado num coque, e com a cara verde.
- A ainda ta meio descontrolada.
- Mas já se passaram sete dias.
- VOCÊS.VÃO.ME.PAGAR!- começou a bater com os pés no chão e a dar socos no ar. Cruzes, agora piro de vez.
- null , eu to com medo.- se escondeu atrás de mim.
- Problema é seu, se ela vier pra cima da gente eu te jogo nela e saio correndo.
- Eu vou... Eu vou... ESTRAÇALHAR VOCÊS!
- Quando nós corremos mesmo?- Perguntei a .- ? ?- Olhei para trás e ela não estava mais. OMG, FU#@$%.
Saí correndo escada acima, tranquei a porta do meu quarto. Ouvi bater(tentar arrombar a minha porta).
- Você não vai poder ficar aí o resto da sua vida! E quando você sair, vou estar aqui te esperando.- Ela berrava.
- Porque está ME ameaçando? Quem teve a idéia de ir embora foi a !
Silêncio.
- !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Uffa. Pelo visto ela foi embora.

POV

Ouvi a campainha e fui batendo o pé até a porta. Quem ousa interromper o meu massacre da serra elétrica?!

- OIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!- A menina olhava para mim com cara de emotion.
- ? O que você ta fazendo aqui?
- Eu vim morar aqui ué... Pergunta mais besta.- ela passou por mim com suas três malas cor de rosa.
- Como assim morar aqui?- Eu ainda estava meio confusa.
- Eu avisei a culhão que viria.
- null !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!- Gritei com todas as minhas forças.
- Eu.- ela colocou a cabeça na escada.
- !!!!!!!!!!!!!!!!!!

Derrepente surgiu atras de mim, e se jogou em cima dela, culhão veio logo depois. Eu não ia ficar de fora né?! Me juntei ao abraço comunitário.
- Você não falou que ia chegar só semana que vem?- culhão .
- Tempo, Tempo.- Fiz 'tempo' com as mãos.- Eu por algum acaso sou corna?
- Haaan... Que eu saiba não.- .
- Mas nunca se sabe né.- null . Fiz um gesto feio para ela.
- Então porque eu fui a ÚLTIMA a saber que a MINHA PRIMA vinha para cá?

Elas se entreolharam e eu continuei batendo o pé.
- Erm...- culhão coçou a cabeça.
- Bem, é que você tava pirada. E daí eu esqueci de contar.- .
- E o que uma coisa tem a ver com a outra?- Falei.
- Sei lá, eu só dei a desculpa.- Ela falou inocentemente e null bateu com a mão na testa.
- Vocês não mudaram nada...- null .
- E alguém aqui quer mudar?- Perguntei.
- Somos perfeitas.- culhão e falaram juntas e batemos as mãos.

null POV

Fala sério, me mudei para um manicômio.
Faz apenas dois dias que estou aqui e já sinto os sintomas de surdez. Elas não sabem falar civilizadamente não, elas se comunicam gritando.
A casa, por incrível que pareça, e por milagre de Deus, estava num silêncio mortal. Essas coisas só acontecem uma vez no milénio, então estava aproveitando para fazer meu ritual de beleza, sentada na sala pintando a unha e escutando meu ipod.
null estava lá nos fundos consertando o carro da que tinha soltado alguma coisa. estava tomando sol, e a estava dormindo. Ou seja, paz total.
Campainha, merda. Acabou-se a paz total. Me levantei, abri a porta com certa dificuldade já que eu não podia estragar as minhas unhas.

- Olá.- O cara bonito de toca verde e óculos escuros sorriu.
- OII.- Fiquei na ponta dos pés e dei dois beijinhos nele. IIII, droga.- Me desculpe, eu me esqueci que não estou mais no Brasil...
- Tudo bem. Eu estou procurando a , culhão , e a elas moram aqui certo?
- Sim, entra eu vou chama-las.

Ele assentiu e assobiou. Do nada apareceram mais três caras, um com uma roupa florida e peruca (Sei que é peruca porque estava super torta, e a cor dela não combinava com as sobrancelhas.), os outros me pareceram mais normais estavam de boné e com óculos escuros também. Caramba é moda aqui, tenho que comprar alguns então.
Eles entraram e eu gritei os nomes das meninas.

- Sentem-se elas já devem vir.- Eles se sentaram.
Dito e feito. Mal terminei a frase, e a null apareceu acompanhada da na sala. null estava com uma jardineira suja, imunda, de graça. estava com um biquini rosa.
- Meninas, esses caras bateram na porta procurando por vocês e eu os deixar entrar.
- VOCÊ É ANTA OU SÓ TEM MERDA NA CABEÇA?!- culhão falou em português.
- O que eu fiz?- Também falei em portugues.
- Sua lerda! E se eles forem assaltantes? Você praticamente deu a nossa casa para eles.- .
- Cara, nem a faria uma merda dessas.- null .
- PAREM DE DRAMA! SE ELES FOSSEM RUINS JÁ TERIAM NOS MATADO!- Me estressei! Urgh.
- Isso é verdade.- .
- Desculpem por isso.- Falei em inglês com os meninos.- É que estavamos discutindo sobre quem lavaria a louça do jantar.- Sorri.
- Tudo bem.- O de peruca esquisita falou se levantando. Os outros imitaram o seu gesto.

Jackson POV

- Oi null .- Taylor falou todo derretido. Elas estavam agindo estranhamente.
- O-Oi.
- Você está bem?
- Claro.- Ela sorriu. Ele foi até ela e a cumprimentou.
- Já posso tirar isso né? Essa cabeleira toda faz suar...- Kellan.
- Claro né. Você colocou errado.- O de blusa azul falou indo até ele.
- não vai falar comigo não?- Robert.
- Han? Ah claro...

Depois de todos nos apresentarmos, conversermos a de que nós eramos realmente nós e blá,blá,blá, já estava íntimo das meninas. A tal de era meio lenta mas era legal.
- MAS QUE PORRA DE GRITARIA É ESSA?- Uma morena surge no alto da escada berrando. Todos na sala ficaram mudos e a olharam. Ela vinha descendo a escadas esfregando os olhos.
Ri sozinho, ela estava de pijama, um babydoll amarelo. Na parte de baixo haviam macaquinhos, e na parte superior estava escrito "Who wants to be my monkey man?".
- Oi.- Falei e ela arregalou os olhos. Encarou as amigas e depois olhou para o próprio corpo. Ela arregalou os olhos e subiu a escada correndo.
- Ué? O que aconteceu?- Robert.
- Ela deve ter ficado com vergonha de estar de pijama no mesmo ambiente que um bando de atores famosos.- .
- Mas você está de biquini...- .
também saiu correndo escada acima. Rob se emburrou.

Robert POV

É pra dar raiva, só pode ser. Deus está me punindo por ser tão lindo e talentoso. Só porque eu estava apreciando a vista, alguém tinha que abrir a boca. Merda!
- Han... Parece que todas fugiram.- .
- Meninos, lembrei de um detalhe importante.- Rutynull .- Como sabiam onde morávamos?
- Vocês deicharam o número de casa na mochila do Rob, então só precisamos mandar o agente dele descobrir o endereço.- Taylor.
- Uau. E porque esse trabalho todo? Poderiam ter ligado, e nós nos encontraríamos com vocês.
- Sei lá.- Falei.

e voltaram, agora devidamente vestidas. Pena.
- Então, porque vieram aqui? Sem querer ser grossa.- .
- Nós precisávamos falar com vocês.- Kellan.
- Na verdade pedir um favor.- Jackson.



CHAPTER 4

POV

- Favor? Que favor?- estava desconfiada, como sempre.
- Eu topo!- levantou a mão.
- Anta, você nem sabe o que é, abaixa essa mão.- null deu um tapa na mão dela.
- Ai, também não precisa ser grossa.- deu lingua.
- É o seguinte,- Meu deus grego falou, vulgo Jack.- Eu estou sendo obrigado a ir em uma festa e...
- O que o Rathbone quer dizer é que DEVEMOS ir a uma premiação, e não temos companhia.- Taylor falou impedindo-o de continuar.
- Mas e as meninas? Tipo Ash, Kristen, Nikki...- .

Me segura, me segura que eu vou dá porrada nela! Eles estão nos convidando para ir em uma festa e ela ta dizendo pra eles convidarem outras pessoas? Argh!!!!!!! null pensou a mesma coisa que eu, porque deu um beliscão discreto nela.

- A Kristen está filmando, Nikki está na Espanha, e a Ashley está viajando de férias.- Rob.
- Então vocês vieram aqui para nos convidar?- . DÃ-ÃÃ!
- Sim, mas se vocês não quiserem ir, tudo bem.- Jackson falou me olhando.
- Eu topo!- levantou a mão novamente.
- Também.- Falamos eu, e null.
- !- Kellan.
- !- Robert.
- !- Jackson.
- null!- Taylor.
Eles falaram a mesmo tempo, as meninas e eu rimos sem graça.
- Mas tem um porém que vocês tem que saber sobre nós antes de qualquer coisa.- Robert.
- Ah não. Não me diga que vocês são gays!- .
Eu comecei a gargalhar e o Robert arregalou os olhos.
- Claro que não!- Kellan.- Eles são muito feios, se eu fosse gay escolheria alguém melhor.
- Nossa vocês me deram um susto.
- realiza, né benhê!- Jackson.
- Mas voltando ao assunto...- Robert disse rindo.- Vocês tem que entender que ao aceitar, não terão mais privacidade.
- Quem liga pra privacidade?! Eu sou do mundo!- .
Deus me enterra! E rápido.
- Menos .- null.
- Menos nada!- Ela se levantou.- Imagina só, as luzes em cima da gente, aquelas pessoas se descabelando só pra receber um tchauzinho da gente.- Ela começou a fazer gestos com as mãos. Kellan se levantou e começou a imitá-la.
- E aí nos fazemos aquelas caras de gente nojenta que finge ser simpática.- Eu tive que rir com essa. Kellan começou a desfilar junto com a . Isso nao vai acabar bem.
Não disse?
soltou um gritinho istérico quando Kellan caiu em cima dela.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH.- Ela estava sentada no chão abanando as mãos, quase chorando.
- o-o que f-foi?- estava quase tendo uma síncope de risos.
- Eu... Eu...- agora estava chorando.
- Eu te machuquei?- Kellan pegou-a no colo e sentou-a no sofá.
Todos nos levantamos e ficamos ao redor deles, já estava com a minha mão dentro do bolso pronta para ligar para uma ambulância.
- Você quebrou a minha unha! Seu monstro insensível!- Se revoltou.
- Não acredito que esse escândalo todo é por causa de uma unha.- Falei.
- Não foi uma, foram quatro.- Me mostrou a mão.
- Kellan!! Como pode!? Não acredito que você foi capaz de fazer uma coisa tão terrível dessas.- Sentei-me ao lado da consolando-a. Uma unha ainda da pra consertar mais quatro já é de mais.

POV

Não, isso não ta acontecendo.
e dando um showzinho por causa de unha, ninguém merece.
- Calma, calma. Eu vou resolver isso, vamos em um salão!- Ele falou como se tivesse descoberto a América.
- Vamos?- já estava se controlando.
- Sim, nós chegamos lá e eu falo com o cabelereiro que você quebrou a unha e precisa de uma depiladora.
, , eu e null caímos na gargalhada.
Como homens conseguem ser tão burros?
- Han... Acho que você falou alguma coisa errada Kellan.- Robert olhava cada uma de nós.
- É óbvio né.- Jackson.- Ele tem que chegar no salão, falar com a recepcionista que precisa de uma manicure porque quebrou a unha.
UAU... Pasmei.
A olhava pra ele com aquela carinha de emoticon. Os olhinhos brilhando, as mãoszinhas juntas, só faltava a baba escorrendo pra ficar mais óbvio.
- Você é perfeito.- Ela disse.
- O que? Não escutei...
- Pra tudo tem um jeito. Foi isso que eu falei.- Ela começou a dar aquele ataque de riso dela, de quando ela está nervosa.
- Vamos?- Kellan. assentiu e correu até a bolsa roxa, nem um pouco "cheguei", e saindo de casa.
- Onde estávamos?- Taylor.
- Vocês estavam falando sobre perder a privacidade.- null.
- Isso, se aceitarem não vão mais poder ir na farmácia sem alguém fotografar vocês.- Jackson.
- E também inventarão mentiras sobre vocês.- Rob.
- E todas as mulheres do mundo vão odiar vocês.- Tay.
Eles estão mesmo querendo que agente vá? Tenho as minhas dúvidas.
- Bem, porque não?- sorriu.- Eu vou.
- Nós também.- null.
Obrigada por pedir a minha opnião. Sei que sou a base das decisões dessa família.
- Que bom.- Robert sorriu pra mim.
Tá legal, eu não preciso opinar. Afinal, pra que opnião? Quem precisa expressar seus pensamentos?
- Vocês têm passaporte?- Taylor.
- Claro né, se não tivéssemos não estaríamos aqui.- .
- Ah, é. Esqueci que são do Brasil.- Ele coçou a cabeça sem graça.
- Mas porque o passaporte?- Perguntei.
- É que vamos viajar o mundo, não é só na América do Norte.
Pasmei. Eu e as meninas nos entreolhamos, começou a sorrir. Ah não lá vem.
- OMG! AGORA É QUE EU VOU MESMO!
Não disse? Acho que vou montar uma barraquinha de vidente, deve dar dinheiro.
- Claro que vocês não vão precisar pagar nada. Bancaremos tudo.- Jackson.
- Passagens, roupas, hotel...- Taylor.
Estou no céu!
Já ouço os anjos.

null POV

( no momento está ocupada de mais olhando para o além.)

POV

- Quando vamos?- .
- Sábado.- Rob.
- Já? É pouco tempo.- null pareceu acordar.
- Concordo, precisamos arrumar as coisas, compra roupas... E também pedir umas férias no trabalho.- .
- Onde vocês trabalham?- Jackson.
- A é garçonete, eu sou empresária, a null é corretora de imóveis e a ... Bem ela é uma agregada.- ,.
Ela tinha que falar que eu era garçonete né. URGH!
- Garçonete?- Jackson. AAAAAH EU QUERO ME MATAR!
- É. Eu trabalhava junto com a null, mas eu sempre me estressava com as piruas emplumadas. Então fui demitida, e daí não consegui mais emprego, então eu tive que ser garçonete.
- Vocês vão pedir demissão.- Robert.
- HAN?- Falamos juntas.
- É isso mesmo, nenhum chefe vai dar férias de quase um ano. Então é melhor vocês pedirem demissão.
UM ANO? OMG.
- Mas e se depois eles não nos empregarem de novo?- .
- Depois é depois, vamos nos preocupar com o presente.- Talor.
- Agora temos que combinarmos como nos conhecemos.- Jackson.
- Porque não contamos a vedade?- null.
- É, contamos que a atropelou sem querer o Robert.- E ainda bem que eu fiz isso.- ficamos amigos depois disso. E aí vocês convidaram agente.
- Eu prefiro assim. Não sou muito boa com mentiras.- Falei.
- Então tudo bem.- Taylor.

null POV

Será que se eu pedir pro Taylor tirar a blusa ele vai me achar uma atirada? É que eu queria tanto ver aquele tanquinho.
Já estámos sentados conversando a um bom tempo. Eu estava estranhando a demora da . Uma manicure não demora tanto tempo assim.

- Vamos jogar?- .
- O que?- Jackson ergueu a sombrancelha. Pervertido.
- Sete minutos no paraíso.
- Como se brinca disso?- Taylor eu te amo, mas de vez enquando você dá cada mancada...
- Você vai ver.- Falei.


CHAPTER 5

POV

Sentia que a qualquer momento iria desfalecer. Não sei se foi o baque pelo 'acidente' de mais cedo, ou se é pela presença tão... Tão... Grande dessa pessoa no mesmo ambiente que eu. Kellan de cinco em cinco segundos se virava pra mim e perguntava se eu estava bem. ÓBVIO QUE EU ESTAVA... Ou melhor, eu estava triste pelas minhas unhas, pobres unhas que nem viram a morte chegar, mas estar no carro com ele superava essa tristeza.

- Você está bem?- Ele perguntou mais uma vez se virando para mim.
- Kellan, pela quinta vez, sim.
- Pelo menos você parou de chorar.
- Já me conformei.- Dei de ombro olhando para a janela. Se continuasse a encará-lo por muito tempo iria me tacar em cima dele.

Credo que eu to falando? Das meninas eu sempre fui a mais quietinha, no assunto 'homens', era só um cara olhar pra mim que eu tremia dos pés à cabeça. Agora só falta eu correr na rua pelada... É estranho me sentir assim com alguém, falar o que vem à cabeça sem se importar com as consequências, aproveitar a vida ao extremo.

Kellan me fazia sentir isso toda a vez que seus olhos encontravam com os meus. Sei que isso foi meloso demais, mas é assim que eu sou! E não vou mudar.

- Eu sinto muito mesmo... Sei como esse lance de aparência é importante para vocês mulheres. Ashley uma vez quase me jogou escada a baixo só porque eu borrei o esmalte dela.- Ele olhava um ponto fixo à sua frente, provavelmente lembrando da cena. Ele deve ter ficado traumátizado tadinho. Dei dois tapinhas nas costas dele, consolando-o. Ele olhou com aquela carinha de menino que aprontou e começamos a rir.
- Confesso que sou um pouco neurótica com isso mesmo, mas não são todas as mulheres. Eu sou assim por causa da influência da minha mãe sobre mim, ela sempre me enxergou como uma boneca, que ela poderia levar à festas e exibir para os amigos. Fui criada como se beleza fosse tudo na vida.
- Já sei, eu vou te recompensar.- Sorriu.
- O que?
- Isso aí, hoje eu sou seu. é só falar o que quer fazer ou pra onde quer ir que eu te levo.
Sorri internamente. Onde eu quiser? O que eu quiser fazer? Hnm...Não tô falando que eu tô indo pro lado negro da força? É a má influência da sobre mim.
- Não precisa, não quero incomodar.
- Não seria incômodo nenhum, passar esse tempo com você.
- Tudo bem então.- Sorri me animando.
- Então o que quer fazer?- Paramos em um sinal e ele sentou inclinado para mim.
- Jura que se eu falar você não vai ficar ofendido nem nada?- Mordi meu lábio inferior.
- Juro.
- Vamos comprar roupas para você.- Ele ergueu uma sombrancelha.
- Roupas? Mas o que tem de errado com as minhas roupas?- Começou a se olhar, tentando achar algum defeito.
- Elas são legais, mas, não combinam muito com você. As pessoas tem que saber usar o que elas tem de melhor. O que adianta ter tantos músculos e um peitoral tão... Erm, definido assim se você fica usando essas roupas largadas?
- Acho que sei onde você quer chegar... Sou péssimo para escolher roupas.
- Então, vamos lá. Já temos a nossa missão!- Falei batendo as mãos.

Entramos no salão com Kellan recebendo olhares de todas as mulheres, e alguns homens, ali presentes. Não posso mentir e dizer que isso não me incomodou, onde está o respeito? ele entrou ali COMIGO, essas coisinhas não deveriam ficar secando ele na minha frente.

Bufei e ele me abraçou de lado. Sentei-me na cadeirinha da manicure e vi o Kellan falando alguma coisa com um cara que parecia ser o gerente do lugar. Três segundos depois mais duas meninas vieram me atender. UAU, estou me sentindo no filme uma linda mulher.

Convenci-o de fazer uma hidratação no cabelo, afinal toda aquela química que colocam no cabelo dele para ele se tornar o Emmett está acabando com o brilho natural.

Saímos de lá rindo. Kellan disse que nunca ficou tanto tempo em um salão. Comprei um Milk-shake e partimos para a nossa missão. Entramos primeiro em uma loja de ternos, quase infartei quando ele saiu do provador. Depois de comprarmos algumas coisas fomos para uma loja mais atual.

- Você está muito sexy.- Falei babando.- Você TÊM que comprar essa.
- Eu também gostei...- Ele começou a se olhar no espelho.- Você não vai comprar nada?
- Não estou com dinheiro.- Falei meio envergonhada.
- Eu compro pra você, já disse que a partir de hoje todos os seus gastos serão pagos por mim.- Olhou-me através do espelho.
- Por mais que eu ache isso tentador, é meio que me aproveitar de você...
- Não ligo se você quiser se aproveitar de mim.- Rimos.
- É sério...
- Vou ficar magoado.- Fechou a cara.
- Tudo bem.- Ele abriu um sorriso.
- Agora eu é que vou escolher roupas para você.Ele chamou as atendentes e pagou as roupas. Fomos para a seção feminina da loja. Não preciso nem dizer que ele foi direto na parte de lingeries né?

Ele praticamente me forçou a experimentar uma. Mas eu resisti a tentação.Se eu aparecesse na frente dele de calcinha e sutiã eu morreria de vergonha, e enfiaria a minha cabeça num buraco no chão.

Depois de finalmente desistir, Kellan me levou para os vestidos.Meu queixo caiu quando eu vi todos aqueles vestidos maravilhosos me encarando. Modo de falar né gente...

Comprei um vestido rosa-choque, uma calça de couro, uma bolsa MARA e uma blusa de um ombro só brilhosa.

Quando saíamos da loja, quase fui cega por um flash que veio do além. Kellan colocou suas sacolas em uma mão e me segurou pela cintura com a outra.

Ele disse que seria bom que fossemos vistos juntos, então parei de esconder meu rosto e dei um tchauzinho para o papparazzi. Kellan começou a rir e me puxou para a saída do shopping.

POV

- OPAA, o que o Taylor vai ver?- Kellan chegou espancando a porta na parede bem no estilo , assustando à todos.
- AMORES, CHEGUEIIIIIIIIII!- saiu de trás dele com umas bolsas na mão, gritando.
- Nós vimos , não precisava ter gritado.- rolou os olhos. como se ela não fizesse isso.
- Onde você estava cara?- Jackson.
- Fazendo compras.- Kellan disse sorrindo.
- O que vocês estavam fazendo?- colocou as sacolas na escada e veio saltitante até nós.
- Estávamos conversando, e agora iremos brincar de sete minutos no paraíso.- Falei.
- Adoro essa brincadeira...- Kellan sorriu maliciosamente.
- Já jogou?- Robert.
- Claro, no colegial brincávamos disso quando queriamos...- Parou de falar de repente, recebendo olhares confusos de todos presentes.
- Queriamos...- Falei.
- 'Brincar' com as líderes de torcida.- Falou coçando a cabeça.
- Legal, qual era a brincadeira?- estava sorrindo.Ai como essa menina é inocente. bateu com a mão na testa, ato que foi repetido por Jackson e Taylor, null abriu a boca em descrença e Robert riu de lado. Provavelmente alguma idéia estava surgindo naquela mente diabólica.Tomara que me envolva...
- , porque você está sorrindo como se estivesse num comercial de pasta de dente?- .
- Credo, não se pode mais sorrir agora?- Cruzei os braços.Um celular começou a tocar. Era uma musiquinha esquisita. Só podia ser da null .
- Atende isso logo null !- Briguei.
- Mas não é o meu...- Levantou o aparelho vermelho para que eu o visse.Todos ficaram em silêncio, e a musiquinha não parava.
- HAH, deve ser o meu...- Taylor pegou o celular, ele tava mais vermelho que um pimentão... Mas espera aí, pimentão não é vermelho. Ah não, é sim. Esquece. Taylor atendeu e estendeu o telefone ao Robert.
- É o seu agente. Robert fez uma careta.
- Oi.

Robert POV

Até aqui esse cara me perturba?

- Oi.- Falei sem ânimo.
- Robert, onde está o seu celular?
- Deve ter acabado a bateria... O que aconteceu pra você ligar pro Taylor atrás de mim?
- Você tem que sair daí AGORA!
- Porque?- Me espantei com o tom de voz que ele usou.
- Seguiram o Kellan até aí, e agora o endereço dessas meninas está em tudo quanto é lugar! Se vocês não sairem daí em no máximo meia hora, todos os fãs maníacos e repórteres que você puder imagianar estarão aí.
- Não cabe todo mundo no meu carro.
- Vou mandar mais dois carros. Mande as meninas arrumarem as malas para a viajem, porque não poderão voltar...
- Tudo bem.Desliguei e encarei todos os olhos curiosos á minha volta.
- O que houve?- null .
- Seguiram o Kellan até aqui, temos que ir embora agora.
- MERDA!- Kellan.
- Nós também teremos que ir?- .
- Sim, mandarão mais dois carros, arrumem logo a mala para a viajem, levem só o necessário, compraremos o que faltar depois.Todas assentiram e correram para seus quartos.
- Porque eu não pensei que aquele cara iria seguir agente?- Kellan se jogou no sofá.
- Porque você é lento.- Jackson. Kellan derrubou-o no chão. As primeiras a descer foram null , com apenas duas malas, e , com três.
- Muito bem, null, e Taylor vão comigo no meu carro. Jackson você espera a e a junto com o Kellan.

Todos assentiram e eu saí correndo com as malas da , que estavam muito pesadas, e Taylor com as de null. Dei partida no carro e saí cantando pneu. Mal passei de marcha e a já estava perguntando pelo Kellan.

Jackson POV

Não aguento essa demora, eu vou lá. Subi as escadas de três em três degraus, e abri a primeira porta que eu vi pela frente.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!

que estava parada de toalha começou a berrar, Kellan apareceu do meu lado, provavelmente veio ver o porque do grito, e ela começou a berrar mais. Pedimos desculpas e saímos dali antes que ela resolvesse tacar alguma coisa em cima de nós. Ouvímos buzinas e o Kellan desceu. Dessa vez bati na porta antes de entrar.

- Oi Jackson, já estou terminando.- Pra uma pessoa que está prestes a ser pisoteada por adolescentes com hormônios em ebulição ela está bem calma.
- Quer ajuda?- Perguntei quando vi a dificuldade que ela estava tendo para fechar a mala.
- Não obrigada.- Sentou na mala e começou a dar pulinhos em cima dela.
- Tem certeza?- Ri. Ela me olhou derrotada e fez sinal para que eu me aproximasse.
- Tudo bem, vai lá fortão.- Cruzou os braços.De repente uma idéia veio na minha cabeça. Fingi estar com dificuldades para fechar a bagagem.
- Se eu conseguir fechar o que eu ganho?- Olhei-a. Uma buzina ecoou no quarto.
- O que quizer, desde que não seja nada mau.
- E o que você considera mau?- Ri. Ela me olhou sugestivamente. Ah, entendi.
- Tudo bem, se eu conseguir fechar isso aqui, você vai sair pra jantar comigo. Ela assentiu e eu com um simples toque fechei a mala.

- Mas... Como... Como você...- Ela apontava de mim, para a coisa laranja quadrada em cima da cama.
- Eu tenho meus truques, agora vamos. Peguei a mala e puxei-a pela mão.
- Espera, eu tenho que pegar uma coisa.

Ela voltou correndo até a escrivaninha e pegou o laptop azul-marinho. Kellan já estava sentado no banco do motorista com atrás dele. Mal demos a partida no carro e a já começou a perguntar porque o Robert não nos esperou.



CHAPTER 6

Kellan POV

Ainda bem que mandaram um carro a mais para despistar. Se não a essa hora já estariamos sendo seguidos até por helicópteros. Ok, exagerei um pouco. Ô hotelzinho longe viu... Cruzes.

O carro estava num silêncio mortal. Quer dizer não tããão mortal assim, já que tudo que se ouvia era o tintilhar dos dedos da no teclado do laptop. , que estava ao meu lado, ficou o tempo todo olhando pela janela. Será que ela ta com vergonha da gente só porque eu e o Jackson a vimos praticamente sem roupa e numa situação bastante constrangedora?

É, acho não. Deve ser por algum outro motivo.

- OMG!- berrou der repente fazendo com que todos no carro pulassem de susto.
- Que isso menina!- Falei colocando a mão no peito.- Não faz mais isso... Quase que viramos apenas meleca colada naquela árvore.
- Desculpem.- Sorriu sem graça.- Vocês precisam ver isso.
- O que é?- olhou para trás.
- Um site sobre os meninos que está transmitindo ao vivo.
- Uau.- Jackson.- Ainda bem que saimos a tempo.Jackson soltou o ar aliviado.
- JESUS, MARIA, JOSÉ.- bateu com a mão na testa e depois tampou a boca.

Cara, esse suspense ta me deixando nervoso.

- Mas que merda, falem logo o que tá acontecendo!- Bati no volante.
- Estão na frente da nossa casa.- .
- Ou o que ERA a nossa casa.- .
- E...- Incentivei-a.
- E daí que o mundo todo praticamente está lá. Milhões de carros, repórtes, fãs com cartazes, e etc... Quase não se dá pra ver a grama.- .
- Será que eles entraram?- .
- Se entraram à essa hora não existe mais nada lá.- choramingou.
- Não, eles não entraram. Não está vendo ?

Olhei pelo espelho retrovisor e vi Jackson passando o braço envolta do ombro dela, que aproveitador rapá, e apontando com a outra mão para a tela do aparelho que estava no colo dela.

- É, verdade... Tem tipo uma escolta policial.- .

Taylor POV

Não consigo respirar.Calma, não é nada do que estão pensando.

Não consigo respirar porque eu estou tendo um ataque de risadas. Nunca uma viagem de carro foi tão hilariante. Viagem, quem lê pensa que estamos indo para outro país, quando na verdade estamos apenas atravessando a cidade.

- Mentira que você fez isso?- Robert.
- Fiz. E faria de novo! Ele estava me enchendo o saco.- null cruzou os braços.
- Coitado do rapaz, ele só estava tentando se socializar.- .
- Que se socializasse com outra pessoa, não mandei ele encher meu saco.

Opa, tenho que tomar cuidado...

- Eu to imaginando a cena da null tacando um nerd do terceiro andar de uma casa direto para uma piscina.- Falei ainda tentando respirar.

Descemos do carro no mesmo instante em que Kellan estacionou o outro carro. Pegamos as malas e nos dirigimos o mais imperceptívelmente possível até a recepção.

- Como assim não há mais vagas?- Kellan arregalou os olhos.
- Sinto muito senhores, o hotel está lotado.- A atendente com um decote bem... Generoso falou. E que decote.
- Vocês não podem expulsar alguém?- Tinha que ser a .

É seria bem interessante presenciar uma cena dessas. Imagina a atendente boazuda chegando num quarto com três caras atrás dela e dizendo: Escuta aqui rapá, sei que tu pagou mas, rala peito daí...

Não, não dá.

- Cala a boca.- .
- Porque? Todos tem perguntas. E eu como sou uma cidadã, tenho todo direito de expressar as minhas dúvidas!- jogou os cabelos para trás colocando a mão na cintura.

revirou os olhos.

- Então vai expressar as suas dúvidas em outro lugar, plis!- Juntou as mãos.
- Oh, que absurdo!

Ah não, começou.Deus nos ajude, a menina vai ter um ADP.

POV

Desde que me tiraram de cima da null, Jackson está me segurando. ISSO NÃO É O MÁXIMO? Não vou tomar banho nunca mais...Ok, exagerei.

Mas esse é um daqueles momentos que ficam guardados na memória até as suas outras encarnações.

Já tinhamos rodado todos os hotéis imagináveis da cidade e nada, todos estavam cheios ou com reservas, nem apelando para 'fama' dos meninos conseguimos. O pior é que já estava de noite e ainda não tinhamos um lugar pra ficar, e voltar para casa estava fora de cogitação.

Bom, pior que isso não dá pra ficar...

Um relâmpago cortou o céu, fazendo um extrondo e tanto.

É, já vi que dá... Eu e a minha boca grande.

Começou a relampiar e a trovejar mais.

- Erm... Gente.- Falei olhando para o céu.
- Oi.- Falaram todos juntos. Isso é um coro e ninguém me avisou?
- Tipo assim, não dá pra resolver logo onde vamos ficar não? Daqui a pouco vai cair um dilúvio...
- É mesmo.- .- Mas pra onde iremos? Não podemos voltar pra casa, não tem hotéis...
- Podemos ficar em algum motel, eles devem alugar quartos por noite. Cada uma fica em um.- null deu de ombros.
- TÁ LOUCA? O QUE IRIAM PENSAR DE NÓS SE NOS VISSEM SAINDO DE UM MOTEL COM OS MENINOS?- se levantou do banquinho da praça em que estámos num pulo.

Que somos sortudas com toda a certeza.

- Os meninos não vão ficar com agente, anta!- null deu um pedala nela.
- Eles vão ficar na casa deles né.- revirou os olhos.

Silêncio.

Olhei na direção deles e os vi se entreolharem enquanto sorriam. Estranho.

- Vocês pensaram no mesmo que eu?- Kellan.
- O mesmo que você não sei, mas que eu tive um pensamento bom eu tive. E bota bom nisso.- Taylor.
- Ô...- Jackson e Robert.
- Depois eu sou o idiota. A minha idéia foi a seguinte: As meninas ficam nas nossas casas!- Cara, ele tá se achando o máximo só porque deu essa idéiazinha.

PERA AÍ?! Ficar na casa do Jackson? KELLAN EU TE AMO!

- Ahn, não sei.- Fiz um pouco de doce. Não se pode ser fácil.
- Prometo que eu não vou fazer nada, que você não queria.- Jackson.

O problema é que eu quero filho, você não tá entendendo...

- Ok, já que não tem outro jeito.- Dei de ombros.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. Eu vu ficar na casa do Jackson! LÁ, LÁ, LÁ.

Olhei para as meninas e elas pareciam não ter ouvido, já que conversavam energicamente entre si.

- Ei!- Estalei os dedos.- Escutem essa.
- Essa o que?- null.
- Eu tive uma idéia.- Kellan estufou o peito, não disse que ele tava se achando?- Cada uma vai ficar na casa de um de nós. Assim manteremos as aparências de amigos íntimos e vocês não ficarão largadas num hotel da vida.

null só faltava escrever na testa: É HOJE QUE EU TOCO NO TANQUINHO DO TAYLOR.

começou a rir. Constrangedor. Ela não consegue disfarçar os sentimentos, já pagamos cada mico por causa dela...

teve a reação mais esquisita de todas. Deu um sorrisinho básico e encolheu os ombros.

POV

Vi null ser rebocada para dentro do carro, enquanto todos prestavam atenção neles, Robert me cutucou chamando-me. Andamos sorrateiramente até o carro restante, saímos cantando pneu e jogando água em cima da e Kellan. Robert ria que nem uma criança numa manhã de natal...

Eu sei que essa comparação ficou melosa de mais, mas HELLO-Ô eu estou num carro com o Robert Pattinson. Podem morrer de inveja, eu deixo.

No meio do caminho ele ligou parta o Taylor.

- Taylor, é o Rob... Muito esperto você né, sair daquele jeito... Eu também que não ia ficar, meu topete vale muito dinheiro... Tá, escuta, não sai mais de casa hoje... Porque já causamos rebuliço de mais por hoje. Liga pros outros. Tchau.

Desligou e me lançou um sorriso.

Ai papai, assim eu morro. Retribuí o sorriso e olhei para a janela, eu preciso de um banho gelado. Bem gelado. E bota gelado nisso, tipo iceberg.

- Porque está tão calada?- Me sobressaltei com a voz dele.
- Por nada.- Ainda não me permitia olhar para ele.
- Hnm...

Silêncio.

- Qual a sua cor preferida?- Han? Que pergunta foi essa? Credo, o que uma pessoa não faz pra puxar assunto.
- Hnm... Rosa.- Dei de ombros.- Mas porque a pergunta?- Encarei-o que sorria de lado.
- Se vamos nos passar por melhores amigos eu preciso saber mais de você, não concorda?
- Sim, você tem razão. Então é a minha vez de fazer uma pergunta?- Ele assentiu.

Mas eu nem vou aproveitar não né!

- Ok, qual a sua marca de cuecas preferida?- Continuei. Ele me olhou com um ponto de interrogação na testa.
- Calvin Clain. O nome dos seus pais.
- Nelly e Joe, e os dos seus pais?
- Clair e Richard.

Dã-ã, como se eu não soubesse. Mas eu não podia dar uma de dicionário ambulante sobre ele né.

- Você não me disse a sua cor favorita...
- Azul marinho...- Me olhou de cima a baixo quando paramos em um sinal.- Se importa de responder umas perguntas mais... Íntimas?
- Depende. Quais você quer saber?- Falei um pouco sem graça, enquanto ele mordia os lábios.
- Que tipo de homem você prefere? - ele me encarava, esperando a resposta. Fiquei aliviada por não ser tão intima assim. Mas, será que ele não percebeu a olhada que eu dei pra ele?
- Humm... - mexi no cabelo fazendo charme.- Gosto de homens que sabem o que querem, sem rodeios, que vão direto ao assunto sabe? - dei um sorriso e em seguida olhei para a janela.

Isso não vai prestar...

- E você já amou muito alguém? Digo, já teve um primeiro amor?
- Acho que não. - suspirei - Acho que se tivesse encontrado estaria com ele até hoje. Pra mim, não existe primeiro amor e sim, a pessoa certa.
- Você parece triste... - ele examinou meu rosto - Já sofreu por amor?
- Próxima! - sorri.
- Você é virgem? - como assim? Meu Deus! nunca imaginei um Robert tão... tão perfeito assim. tudo bem, a palavra certa não é perfeito, mas ele é em todos os sentidos. Aiai.
- Quem sabe um dia você não descobre? - ele pareceu gostar da idéia me dando um olhada digamos, bem profunda, subindo e descendo o olhar por todo o meu corpo.
- Qual a cor da sua langerie preferida?
- Acho que vermelho fica bem em mim. Por causa do tom da minha pele.
- Onde você passaria uma noite romântica?
- Acho que não me importaria com o lugar se fosse com uma pessoal muito especial, que eu amasse de verdade. Só não vale dentro de uma caçamba de caminhão. - ele jogou a cabeça pra trás, soltndo uma gargalhada. Não pude deixar de rir junto.
- Você me beijaria para manter as aparências? - eu te beijaria por inteiro. De todas as formas possíveis e por todos os motivos inexistentes.
- Não. - ele me olhou sério.
- Não? - parecia desanimado.
- Para que te beijar para manter as aparências se eu posso fazer isso por livre e espontânea vontade?- mordi o lábio.

Ele continuou me encarando com um sorriso colgate nos lábios.

Silêncio.

- Minha vez? Você já fez pergunrtas de mais...
- Acho que vou ficar te devendo as perguntas, chegamos.

Vi o enorme prédio na minha frente Foto. O carro parou e ele desceu pegando as minhas malas, ele seguiu na minha frente o caminho todo até o apartamento dele. Eu olhava para os lados que nem uma roçeira que nunca viu um prédio luxuoso, e bota luxuoso nisso.

Passamos pela sala Foto e fomos até o meu quarto, não era um quarto muito feminino. As paredes eram beges, com uma roupa de cama branca e alguns detalhes do quarto em azul. Também eu não poderia esperar o quarto da Barbie né, essa seria a última coisa que existiria num AP de um homem solteiro.

Tomei um banho coloquei o menor pijama que eu consegui achar. Não sou vulgar, mas era pra uma boa causa, meu futuro casamento. Joguei o cabelo pra frente e para trás dando uma ajeitada.

Procurei-o pela casa toda e nada, ouvi vozes atrás de uma porta e bati. Robert respondeu um "entre".

- Eu já ia atrás de você... Quer ver um filme?- Ele estava abaixado perto do aparelho de DVD.
- Claro.- Topo, topo, porque não? Vamo caí pra dentro.

Ele se virou para mim e paralisou.

- Robert?

Andei até ele colocando a mão sobre o seu ombro. Ele sacudiu a cabeça coçando os olhos.

- Que foi?- Perguntei ingênuamente.

É claro que eu sabia que isso tudo era por causa da minha roupa né.

- Nada, nada. Vamos ver o filme, você quer comer alguma coisa?- Se levantou.
- Hnm, não to com muita fome.- Também como eu estaria? Me estômago está dançando o samba do criolo doido.
- Ok, vou pegar a pipoca e já volto.

Ele saiu tão estabanado que não enfiou a cara na porta por pouco.

Quando fiquei sozinha pude notar melhor os detalhes daquela salinha que eu estava. OMG!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Não é uma salinha, é o quarto dele! MORRI.

A cama estava meio desarrumada, havia uma estante abarrotada de fotos e uma poltrona perto de uma mesinha com livros. Wow, como não vi isso antes? Uma TV de no mínimo 100 polegadas, exagerei legal, tela plana na parede bem de frente para a cama.

AINDA ESTOU MORTA.

Sentei-me na cama quando me recuperei da revelação. Não me contive e comecei a pular, o edredom estava no chão e os travesseiros meio jogados pelos cantos quando ouvi passos no corredor. Joguei tudo em cima da cama e cobri com o edredom me jogando em cima dele em seguida. Robert entrou no mesmo instante.

- Qual o nome do filme?- Arrumei um assunto.
- O exorcismo de Emily Rose.

AI PORRA! Tinha que ser de terror?

- Algum problema?- Ele perguntou ao ver minha cara de assustada.
- Não... Magina.- Peguei uma mecha do meu cabelo e comecei a brincar.
- Pode falar.- Colocou a pipoca na minha frente e se dirigiu para o DVD.
- É que bem, eu tenho medo de filmes de terror.- Confessei me sentindo uma idiota.
- Sem problemas, eu te protejo.- Piscou.
- Já que é assim...

Dei de ombros.

O filme estava começando quando ele veio se deitar ao meu lado. Robert levantou a coberta me chamando para ficar mais perto. Assim eu morro. E ainda morro feliz. Abracei-o quando senti o sono chegar, eu queria ficar ali agarrada nele até o sol nascer, mas o sono foi mais forte que eu. Acabei nem vendo o filme, graças a Deus.

Robert POV

Maldita insônia!

Não consigo dormir uma noite inteira faz... Muito tempo. Acho que é por isso que eu estou um pouco mal humorado, coloquei deitada no travesseiro e me levantei indo até a cozinha. Tomei um copo de água, lavei o rosto e vi se tinha algo interessante na TV. Desperdício de tempo, também ainda são quatro horas da manhã... O que eu esperava? Desenhos animados? É, eu esperava mesmo. Droga.

Voltei batendo o pé para o quarto, decidi deitar e esperar a boa vontade do sono de voltar. Quando fechei a porta escutei o meu nome, coitada eu acordei a menina...

- Eu fiquei sem sono e fui na cozinha, desculpa ter te acordado...- Cocei a nuca sem graça.

Não foi uma boa idéia deixa-la dormir aqui. Agora ela não vai ter uma boa noite de sono por minha causa! Que boa impressão que você causou hein Pattinson.

- Rob...

Passei as mãos na frente do rosto dela. Bizarro, ela ainda estava dormindo, e falando O MEU NOME!

Cara tu é foda! Sou de mais, eu me amo FATO.

Continuei parado ali e sorrindo que nem um idiota por mais uns minutos enquanto ela murmurava meu nome e coisas desconexas. Quando ela se silenciou voltei a me deitar, assim que fechei os olhos senti uma mão no meu peito. Ignorei, afinal, ela não fez por maldade a coitada ta dormindo...

Alguns segundos depois uma boca começou a roçar na minha nuca e a mão apertou minha coxa. É, eu acho que ela está fazendo por maldade.

Abri os olhos e, acredite quem quiser, ela AINDA estava dormindo. Putz, com tanta mulher dando sopa eu tinha que pedir ajuda a uma maluca?

Mas bem que ela é uma maluca gostosa.

E é melhor isso parar por aqui antes que eu me anime de mais e faça bobagem, já imaginou bem na hora H ela acorda e começa a gritar falando que eu to abusando dela? Ia pra primeira capa de todas as revistas, jornais e afins, da GALÁXIA toda. Até os marcianos iriam saber da bomba, até consigo ver a manchete: " Ator Robert Pattinson é processado por abuso sexual ". Meu agente morreria de um colapso nervoso e voltaria pra puxar o meu pé.

Muito relutantemente (que é, eu bem que estava gostando) afastei suas mãos de mim e a coloquei deitada novamente na cama. Ela resmungou alguma coisa e eu fechei os olhos massageando as têmporas, é iria ser uma longa, longa, longa noite. É melhor eu tomar um banho, mas não vai adiantar nada se eu voltar e deitar do lado da tentação...

Enquanto eu discutia internamente o meu plano de precaução anti-processo, senti um peso em cima do meu quadril, opa, que que é isso?

Abri os olhos e a vi com uma perna de cada lado do meu corpo, se aproximando de mim degavar, enquanto se inclinava para mais perto do meu rosto, suas mãos foram arranhando meu abdômen, já disse que eu adoro isso? Pois é.

Bom, já que não tem jeito, vou ligar pro meu agente e pedir pra ele separar uma quantia de dinheiro para a indenização. Eu tenho dinheiro pra gastar mesmo...

Que boca é essa? Meu Deus! Não consigo me afastar, é como um imã. Como alguém pode ser assim tão... Tão... Hah vocês me entenderam na situação que eu estou não dá pra pensar direito não. Bem se ela e ASSIM dormindo imagina ACORDADA?

Inverti as posições, apoiando meu peso em cima do corpo frágil dela. Minhas mãos percorriam desde as pernas até as costas dela. Ela falou meu nome de novo, quando eu mordia a sua orelha, foi aí que a ficha caiu. Merda!

Porque é sempre nessas horas que nós temos uma crise de consciência?

Dei um último beijo daqueles e corri para o banheiro.

Quando eu sair daqui vou dormir na sala!



CHAPTER 7


*null POV*

Mal terminamos o assunto e o Taylor me carregou para dentro do carro. Literalmente. Ele bateu a minha porta e depois saiu correndo para o banco do motorista, pisando fundo no acelerador.

- Pra que tudo isso?- Perguntei quando já estávamos longe dos outros.
- Para não termos que pegar um táxi.- Sorriu.

Eu hein, cara doido... Será que ele deixa eu ver o tanquinho dele? Ou melhor tocar?

- Daqui a pouco vai começar a chover horrores e os táxis praticamente somem. Coitado de quem ficar por último.
- É olhando por esse lado...

Um celular começou a tocar. Bem o meu não era, estava sem bateria. Taylor pegou o aparelho no bolso da calça e levou para a orelha.

- Alô. Fala Rob... É, tem que ser esperto mesmo. Eu é que não ia ficar lá em pé na chuva que nem um dois de paus esperando um táxi que não apareceria nunca... Sério? Então quem ficou na chuva foram o Kellan e o Jackson?- Ele soltou uma gargalhada.- Porque não podemos? Tá, tá, tá, tá, Pattinson já entendi. Vou desligar.

Colocou o celular novamente no bolso e me encarou.

- O que ele queria?- Acho que ele queria que eu perguntasse né? Se não, não ia ficar me secando.
- Disse que também saiu correndo e pegou o outro carro, então quem ficou na chuva foi o Jackson e o Kellan. E que nós não podemos sair de casa pelo menos até amanhã à noite.
- Cruzes, porque?- Meus olhos se arregalaram.

Ôh, que difícil será ficar um dia inteiro trancada no mesmo lugar que esse Deus grego. Sinto que irei desabar.

- Ah, ele é neurótico, disse que já teve fuzuê demais hoje. É melhor não correr mais riscos e blá, blá, blá...

Tenho que me lembrar de agradecer ao Robert depois.

Chegamos no prédio mais rápido que eu queria Foto. Por mim ficava horas dentro daquele carro com ele.

Subimos e para meu espanto tinha um labrador gigante deitado bem no meio do sofá com um monte de pena na boca. Eu amo cachorros, mas quando eles estão quietinhos assim, e com penas na boca, é porque aprontaram alguma coisa.

- RUBERT! O QUE VOCÊ COMEU DESSA VEZ?!- Taylor gritou tacando as coisas, AS MINHAS COISAS, no chão e saiu correndo casa a dentro com uma cara nada boa.- RUUUUUUUUUUUUUUUUUBEEEEEEEEEEEEERT! VENHA AQUI AGORA! JÁ!

Taylor continuou testando as suas cordas vocais. O cachorro se levantou e saiu andando na mesma direção em que o Lautner havia desaparecido, com o rabo entre as pernas e a cabeça baixa. Own, tadinho... Ele deve estar arrependido. Segui-o até um quarto que estava destruido, simplismente não havia mais nada em pé lá. Taylor estava bufando e apontando para onde seria a cama, seria porque a única coisa que se vê, são penas e penas... E há também mais penas.O cachorro sentou e rolou deixando a barriga pra cima, Taylor revirou os olhos.

- Você está de castigo! Nada de ir visitar a Louise.- Quem é Louise?

Rubert começou a fazer aquele barulho estranho que eu acho que é tipo o choro deles.Taylor me chamou até a sala Foto e sentamos no sofá.

- Temos um problema.- OMG! Não gosto quando as pessoas falam em problemas e olham para baixo.
- Que problema?- Minhas mãos já estavam suando.
- Rubert destruiu seu quarto.- Uffa, é só isso? Achei que era algo mais grave do tipo: Eu não gostei de você, saia da minha casa!
- Não tem problema, eu durmo no sofá.
- De jeito nenhum, eu durmo no sofá e você pode ficar com a minha cama...
- Não precisa se incomodar, você já tem que me aturar na sua casa.
- Não é incômodo e eu te devo uma cama, desde que a minha prima se casou, o Rubert está aqui. Tenho medo do que eu vou encontrar toda vez que eu abro a porta. Ri.
- Coitado, ele é apenas um cachorro, deve estar querendo atenção. Não é bom para um animal, ficar preso em um apartamento... Mesmo que seja grande.
- Pois é, mas o marido dela é alérgico. E eu não ia deixar que o jogassem em qualquer abrigo para cães...
- Que lindo...

Sorrimos um para o outro. Será que ele me deixa ver o tanquinho dele agora?

- Não sei você, mas eu não estou com a mínima vontade de ficar trancado aqui em casa.- A filho eu fico trancada com você até no inferno!
- Mas o Robert disse...
- Não liga pro que o Pattinson diz, ele é neurótico. E aí aonde quer ir?
- Hnm...- QUALQUER LUGAR, SOU SUA!- Não sei, você deu a idéia você escolhe.
- Acho que já sei pra onde.- Piscou se levantando.- Arrume uma mochila com algumas roupas.

Assenti e fui até a minha mala, enquanto ele desaparecia pela porta.

- O Rubert vai também?- Me assustei ao ver o cachorro entrando no banco de trás do carro.
- Vai.- Deu um sorriso colgate.- Você me lembrou de um lugar que ele vai gostar.
- Que bom que eu ajudei.- Ri vendo a dificuldade do Taylor em ligar o carro com o Rubert lambendo-o.

Depois de longos, longos, longos minutos, finalmente paramos. Como ainda estava chovendo, não deu para perceber muito bem os detalhes, mas dava pra ver que era uma casa de campo, grande, só o jardim é imenso. Rubert saiu correndo e pulando em todas as poças de água que via pela frente, sorri sozinha, não sei porque mas sempre que eu vejo alguém sorrindo ou feliz um sorriso se forma na minha face.

Taylor xingou quando Rubert o derrubou no chão, eu fui surpreendida por braços fortes me envolvendo pela cintura e me levando ao chão, dei de cara numa poça. ECA.

Taylor parecia que ia colocar os rins pra fora de tanto rir. Peguei uma boleba de lama na mão, enfiei na cara dele e saí correndo.

- null! Isso não vale!
- Vale tudo, você não estipulou regras.- Dei língua e ele veio correndo. OPA, por essa eu não esperava...

Num momento eu estava apreciando aqueles músculos correrem até mim, no outro estava com eles EM CIMA de mim. Deus, se quer que eu morra, me leve agora que eu estarei feliz.

- Agora eu vou falar as regras...- OMG, ele está falando no meu ouvido?- Nada de lama na cara e você não pode atirar as coisas em mim.
- E você pode atirar em mim?- Ergui uma sonbrancelha.
- Mas é claro!
- Isso não me parece justo.
- Quem disse que precisava ser justo?

Me puxou e fomos tomar um banho. Não juntos, infelizmente, eu fiquei em um quarto e ele no outro. Já era bem tarde mas eu não conseguia dormir, merda. Será que é porque o tanquinho mais perfa de todos os tempo está no quarto ao lado? Nãão magina! CHEGA! não vo ficar aqui rolando de um lado pro outro!

Abri a geladeira e peguei uma coca, escutei um estalo e vi Rubert vindo na minha direção ronronando(?).

- Você também ouviu, não foi?- Sussurrei me abaixando.

O-M-G. Isso são passos? Estamos sendo invadidos... O Taylor está dormindo e... NÃO! E se o cara mau quiser sequestrá-lo? Não vou permitir.

- Rubert, temos uma missão.- Segurei o focinho dele entre as mãos.

Depois que eu expliquei o plano ele foi até o seu lugar de combate abanando o rabo. Esse cachorro não é normal não. Vi a sombra, enorme diga-se de passagem, perto da porta da cozinha e me escondi atrás do balcão. Os passos foram se tornando mais altos, respirei fundo e levantei com as minhas armas nas mãos, umas facas.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!- PUTZ, O CARA É UM ARMÁRIO! TO F@#$$%#.
- QUEM É VOCÊ!?- O cara deu um pulo pra trás.
- VOCÊ NÃO ESPERAVA TER MAIS ALGUÉM AQUI NÉ? NÃO VOU DEIXAR VOCÊ SEQUESTRÁ-LO!- Comecei a atirar as facas nele, e tudo mais que eu via pela frente.
- SUA MALUCA! ESPERA AÍ.

Ele deu um passo na minha direção.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! SAI CAPETA!- Peguei uma frigideira.- AGORA RUBERT.

O cachorro saiu de dentro do forno e pulou em cima dele.

- TIRA ESSE TRECO DE MIM. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
- TOMA ISSO! E MAIS ISSO!- Comecei a dar frigideiradas nele. Ninguém se mete com o meu Tayzudo!
- EU SOU ALÉRGICO A PÊLO DE ANIMAL, TIRA, TIRA, TIRA, TIRA!- Ainda por cima é gay...
- SAQUEI O QUE TU QUER! VOCÊ QUER ABUSAR DO TAYLOR! SEU GAY!
- EU NÃO...
Não deixei ele terminar a frase e pulei em cima dele com frigideira e tudo.

*Taylor POV*

Estão dando uma festa na minha casa e nem me chamam? Que abuso! Tá bom que a casa não é minha, é dos meus pais, mas dá no mesmo. Agora porque essa barulheira toda?

Segui a barulhada até a cozinha, e me deparei com uma cena impagável. Tinha um homem deitado no chão, Rubert estava puxando o cabelo dele enquanto null gritava e tacava a frigideira nele. MAS QUE PORRA É ESSA?

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! TARADO! TIRA A MÃO DA MINHA BUNDA! ALÉM DE GAY E PEDÓFILO É TARADO?!- Ui, agora ela acertou bem no nariz. Deve ter doído.
- Erm... null, o que está acontecendo?
- RUBERT, VAI GAROTO! ARRANCA O COURO CAPILAR DELE!- Sinto que fui ignorado.
- PAREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM!- Acho que me exaltei um pouco, mas pelo menos a atenção voltou para mim.
- Ai minha nossa, Tom o que está acontecendo?- Uma mulher com um casaco vermelho estravagante entrou na cozinha, pera aí... Tia Florinda?
- GRAÇAS A DEUS MULHER! Eu entrei aqui, e essa maluca me atacou!
- Tio Tom? Tia Florinda?- Não estou mais entendendo nada.
- Você conhece ele?- null estava visivelmente perdida.
- RUBERT! Já acabou a brincadeira.- Ele ainda tentava arrancar os pucos fios da cabeça do meu tio.- Sim null, ele é o meu tio.

Ela ficou totalmente vermelha. Se levantou e veio ficar do meu lado.

- Me desculpe, de verdade. Eu achei que era um ladrão, ou um sequestrador... Sério, mil perdões, nossa estou tão constrangida.- Deu pena dela.
- Tudo bem, eu entendo. Vamos olhar pelo lado bom, se eu fosse mesmo um sequestrador, nunca chegaria até você Taylor.- Todos riram e null abaixou a cabeça. Rubert ainda estava rosnando para ele.
- É... Deixa eu apresentar vocês...
- Que isso eu mesma me apresento.- Tia Florinda veio até nós. Putz, essa não. Será que dá tempo de pegar um guarda chuva?
- Prazer querida, meu nome é Florinda, tia do Taylor.- Tarde de mais, null já ser afogou no cuspe dela. Bati com a mão na testa. Eu não mereço a minha família, não mesmo.
- P-Prazer... Eu sou a null...- Deram um abraço e quando a minha tia cuspideira se afastava ela limpou o rosto.
- Desculpe por isso...- Sussurrei para que apenas ela escutasse. Quando null ia fala meu tio chegou abraçando-a.
- Você já me conhece, meu nome é Tom, mas pode me chamar de ToTô... Como Taylor me chamava quando era mais novo...
- Ok.- Ela riu sem graça, também quem não ficaria quando o cara que você acabou de espancar mandasse você chama-lo de totô?
- Sua namorada é uma graça querido... As mulheres da nossa família tem que saber se defender.
- Tia... Não somos namorados.- Coçei a nuca.
- Então o que são?

Tia é o seguinte: Ela e as amigas foram "contratadas" para viajar conosco e fingir que são íntimas... Nem nos conhecemos direito...

É ia ser engrassada a cara dela quando eu falasse isso.

- Somos amigos.- Sorri angelicalmente. Isso sempre colava com ela.
- Isso não é certo querido, dois jovens sozinhos, com roupas nada propícias, em uma casa de campo longe de tudo e todos, com um clima totalmente romântico no ar... As pessoas podem falar.
- Obrigada pelo conselho tia. Não fiquem chateados por eu perguntar mas, oq ue vocês estão fazendo aqui?
- Pedimos a casa emprestada para o seu pai por uns dias...
- E adivinha quem está quase chegando? Isso mesmo seu priminho Oswald.

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!

ELE NÃO, TUDO MENOS ELE. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH.

- Que foi Taylor, você está suando frio.- null perguntou-me baixo.
- Não. Temos que sair daqui...
- Porque?
- Porque vocês estão sussurrando, ein safadinhos?- Tia Florinda veio e apertou nossas bochechas, essa é outra mania dela.
- Querida, vamos deixa-los em paz... O Oswald já deve estar chegando Taylor.

Tio Totô, ou melhor Tom saiu rebocando minha tia que já queria ensinar receitas a null. Coloquei null no ombro e subi as escadas correndo. Entrei no quarto dela e tranquei a porta.

- Meu Deus Taylor, o que aconteceu?
- Ele está vindo.
- Ele quem?- Me olhou assustada, realmente minha cara não deve estar nada boa.
- Oswald.
- Quem?
- Meu primo Oswald...Ele é um nerd maluco que gruda em mim que nem superbonder. Quando estudávamos na escola juntos, achavam que eu era gay, porque eu não conseguia ficar com ninguém, também quem conseguiria com um anão nerd com óculos fundo de garrafa grudado em você o dia todo?
- Uau, ele é tão ruim assim?
- Pior.

Ouvi uma campainha tocar e logo depois um grito agudo da minha tia chamando o nome do meu ciclete pessoal.

- Você fique aqui...- Corri até a porta.- Ou melhor troca de roupa, nós vamos sair.

Não deixei ela responder e sai correndo para o meu quarto.

- TAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAYLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR! VEM CÁ VER O SEU PRIMINHOOOOO.

Merda! Desci as escadas batendo o pé e me deparei com a criatura de meio centimetro, usando uma blusa xadrez vermelha com uma calça listrada amarela, tênis com no mínimo três números maiores, cabelo lambido pro lado e aparelho nos dentes. Oswald.

- Lautner!- Me abraçou.- Quanto tempo... Depois dessa sua fama não tive mais a oportunidade de conversar com você.- Graças a Deus.
- Pois é... Mas olha, eu estou morrendo de sono, vamos dormir e amanhã agente conversa mais.
- Tá me chamando pra dormir no seu quarto? Legal, como nos velhos tempos!
- Mas eu não... A dexa pra lá. Vamos.

Subi com ele agarrado no meu braço, ninguém merece. Deixei ele dormir na cama de casal e deitei-me no chão. Esperei três minutos e ele já estava roncando, troquei de roupa no banheiro e pulei a janela.

- null!- Taquei uma pedrinha.- null!!!!!!
- O que você está fazendo aí?
- Pula.
- O que?!- Arregalou os olhos.- Tá doido? Prefiro descer pelas escadas.
- Minha tia vai ouvir, anda, pula que eu te pego.

Ela sacudiu a cabeça e sentou na beirada da varanda, a saia levantou um pouco mostrando parte da coxa. Eu não vou olhar, não vou olhar, droga, tô olhando.

- Se você não me segurar, arranco sua cabeça fora com uma pinça!
- Ok. Pula.

Ela pulou e caiu bem em cima de mim, se eu tivesse calculado não teria saído tão perfeito... Começamos a caminhar pela estrada de terra.

- Aonde vamos à essa hora, num lugar desses?
- Aqui tem um parque que só abre de madrugada. (N/a: Não me perguntem como eu inventei isso, nem eu sei).
- Uau...

O resto do caminho foi silencioso. Chegamos ao parque, e ela foi correndo comprar fixas, nunca vi uma criança mais feliz... Brincamos em algumas coisas, ela me ganhou na maioria, e eu não deixei ela ganhar não... Mas é óbvio que eu nunca iria falar isso pra ela. Estávamos saindo do tiro ao alvo quando ela desapareceu. Fiquei procurando até que a avistei na barraquinha de beijos. A mas eu não vou perder essa chance.
- Bonito né, eu te procurando que nem um doido e você na barraquinha de beijo?
- Socorro, uma maluca acha que eu sou a filha dela, e aí ela me colocou aqui. E não quer me deixar sair...
- Tem ficha meu joven?- Uma senhora me cutucou.
- Tenho...- Respondi inseguro.- Porque?
- Não quero você de conversinha com a minha filha, ou da a ficha e beija ou vai embora!

Mulher maluca, não quer que eu converse, mas quer que eu beije a "filha" dela.

- Ok.- Dei a ficha pra ela e me inclinei no balcão.- Você vai ficar olhando?- Briguei com a velha que saiu resmungando.
- Graças a Deus ela foi embora.- null suspirou.
- Onde você pensa que vai?
- Fugir, antes que ela volte.- Respondeu como se fosse óbvio.
- Não, eu paguei por um beijo. Você está me devendo.- Sorri.

Ela me olhou e eu continuei me inclinando. Segurei seu rosto entre as minhas mãos e beijei aqueles lábios macios. Meu corpo correspondeu mais do que eu esperava ao beijo. Parei o beijo com selinhos e ficamos um tempo com as testas juntas.

- É....É melhor irmos agora.- Ela assentiu, e saímos correndo.



CHAPTER 8


POV

MAS QUE BANDO DE F* DA P*!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Roubaram nossos carros! E nem pra oferecer uma caroninha! Agora além de ficar na chuva vou ter que aturar a null reclamando do cabelo! URGH.

Olhei para o Jackson, que estava com uma cara de "WTF?". Dei um sorriso, ele estava tão lindo... Meu Deus grego é tão... Deus.

Pena que o meu sorriso não durou muito tempo, pena. A chuva foi ficando cada vez mais densa e não se enchergava um palmo a frente da cara. Ainda bem que as minhas malas são impermeáveis, senão tava tendo um troço!

Kellan estava injuriado. Já tinha falado até palavrões que eu nem sabia que existiam, e olha que eu sei uma variedade enorme.

Andei até o lado do Jackson e vi um par de faróis na estrada. Não pensei duas vezes e pulei na frente do carro.

- JACKSON, ACORDA HOMEM! ANDA CORRE!- Comecei a pular chamando-o para dentro do carro antes que Kellan e me alcançassem.

Por um triz Kellan não pega o Jackson, que se arremeçou no banco do carro em cima de mim (eu nem gostei disso). Fomos o caminho todo rindo das caras que eles fizeram, até saiu correndo atrás do carro. Ameba.

O táxi parou na frente de um prédio branco.

Uma palavra: Uau.

Devia ter uns 16 andares. Jackson comprimentou o porteiro e me apresentou à ele. Ele apertou um botão e o silêncio dominou o local. Eu ia falar, eu QUERIA falar, mas todas as vezes que eu abria a minha boca ela se fechava sem emitir nenhum som. Ele também parecia bastante desconfortável com aquele silêncio todo. Paramos no décimo oitávo andar. É tinha mais que 16 andares.

- Bem vinda à minha casa.- Sorriu torto antes de abrir a porta.
- É... É linda.

Eu parecia uma idiota, olhava de um lado pra o outro. A maioria dos móveis eram brancos e era bem grande.

- Obrigada, eu mesmo que decorei.- Deu um sorriso brincalhão e pegou minha mala.- Vem vou te mostrar o seu quarto.

Piso liso + pessoa molhada (principalmente quando sou eu) = tombo feio na certa. E não deu outra, no segundo seguinte estava eu com a bunda no chão e com ele rindo de mim. Levantei-me emburrada sem pegar a mão que ele me oferecia.

- Só está rindo porque não é com você!- Saí batendo o pé.
- Tudo bem desculpa... E o seu quarto fica pra lá.

Apontou na direção contrária a que eu estava indo. Rolei os olhos e desisti de ficar brava.

Segui-o. O quarto era espaçoso com uma cama de casal, coberta por um edredom verde escuro, um armário, duas mesinhas com abajures brancos e possuia um banheiro.

- Vou pegar uma toalha pra você tomar banho.

Enquanto ele ia pegar a tal toalha eu fui dar uma espiadinha do banheiro. OMG! Meus olhos com certeza brilharam quando eu vi aquela banheira, é enorme! Eu nem vou tomar banho ali não né, magina...

Peguei a toalha e tranquei a porta.

Devo ter ficado uma hora no banho. Me sequei e coloquei o roupão azul que estava pendurado atrás da porta. Me dirigi saltitante até a minha mala. Ai, ai, não existe dia mais perfeito que esse.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!- Gritei.

Mas que merda é essa?! Todas as minhas roupas estavam enxarcadas. Se eu torcesse umazinha sequer, isso aqui se transformaria no Nilo...

Ah, mas eu mato aquele cara que me vendeu isso, nem que eu tenha que caçá-lo por todas as lojinhas chinfrins que exitem no mundo. ELE É UM HOMEM MORTO!!!!!! AH SE É!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

- ? Está tudo bem?- Jack, olha a intimidade(é pra quem pode né), bateu na porta do quarto.
- Pode entrar.

Falei choramingando. Eu estava sentada no chão com a minha mala aberta na minha frente, mechendo nas roupas (ou o que sobrou delas). Ainda bem que o meu bebê estava muito bem guardado e quase não sofreu danos.

- O que aconteceu? Eu me assustei.- Ele coçou a cabeça.
- As minhas roupas se afogaram...
- Se você quiser te empresto alguma coisa.
- Fazer o que né, eu não posso ficar de roupão pra sempre.

Ele sorriu de lado e sacudiu a cabeça, como alguém faz quando quer espantar um pensamento.

Fomos até o quarto dele, não era tão diferente do que eu estava, o edredom era azul petróleo e havia um laptop em cima de uma mesa. Sentei na cama enquanto ele mexia no closet.

- Acho que isso dá...- Mostrou uma boxer e uma camisa grande.- Ou você quer outra coisa? Se quiser pode vir aqui escolher.

Ai que fofo! *Suspiro*.

- Não, está bom só isso, não sinto tanto frio assim pra dormir toda coberta.
- Tudo bem, eu coloquei uma pizza no forno, vou tomar um banho.
- Ah claro, eu vou me trocar.

Fiquei totalmente vermelha quando eu percebi que ele percebeu que eu o estava secando. Fiquei confusa agora. Mas deixa pra lá. Corri para o quarto e coloquei a roupa, era tudo novo tava até com a etiqueta, mas ainda assim estava com aquele cheiro perfeito dele. A camisa não ficou tão comprida quanto eu imaginei, não chegava nem a cobrir a boxer toda.

A pizza ficou pronta no mesmo instante que ele apareceu na cozinha. Ok, vou ignorar o fato dele estar sem camisa, e com uma calça moletom que mostrava aquele abdômem super definido e aquelas entradinhas...

Foco! Sacudi a cabeça pegando um pedaço enquanto ele mordia a pizza que estava em seu prato.

Conversamos bastante. Ainda bem que aquele silêncio constrangedor sumiu. Ele era é um cara e tanto, ri muito quando ele me contou a história da tatuagem que ele tem no quadril. Ah o quadril...

Retirei a mesa e joguei o lixo fora. Mas ele não me deixou lavar a louça, já que ele insiste... Odeio lavar a louça mesmo.

Abri o meu computador portátil e comecei a abrir o site em que estavam mostrando a minha casa, precisava saber se ela ainda estava em pé.

"Desde essa tarde quando foi divulgada a presença dor atores Kellan Lutz, Robert Pattinson, Taylor Lautner e Jackson Rathbone em um dos bairros residencias de Los Angeles nossa equipe está acampada na frente da casa, esperando por algum sinal, tanto dos atores quanto das moradoras. Sim são mulheres, 4 mais precisamente, isso foi divulgado pela vizinhança. Agora só nos resta esperar e saber o que essas meninas tem a ver com os homens mais desejados do mundo."

"A escolta contratada pelo agente do ator do famoso filme da franquia Twilight, Robert Pattinson, foi obrigada a usar a força contra um grupo de jovens que tentavam a todo custo entrar na casa. Ninguém se machucou."

"Sabemos que não tem mais ninguém lá dentro, mas uma hora eles terão que voltar!"

CREDO! Que medo da garota que escreveu essa última nota. Existe cada pessoa doida no mundo...

- O que você está fazendo?- Jackson surgiu por trás de mim, falando no meu ouvido.
- Gáh!- Dei um pulo, quase que o meu bebê cai no chão.- Caramba que susto Jackson!
- Desculpa, mas o que você está fazendo?

Sentou-se ao meu lado no sofá.

- Vendo uns sites sobre vocês, queria saber se tem alguma coisa falando da minha casa...
- E achou?
- Sim. Quase invadiram, a escolta enfiou a porrada neles.
- Uau... Eu posso ficar aqui com você? Sempre quis estrar num site desses mas nunca tive tempo.
- Claro, tem uns ótimos. O que você quer ver? Reportagens, comentários, fotos...- Olhei para ele, que me encarava.
- Hnm... Fotos.

Ele está olhando a minha boca? É acho que sim, mas talvez não. Vamos ver.

Mordi o meu lábio inferior e o olhei discretamente, pela reação dele ele estava MESMO olhando para a minha boca. Podem babar, eu deixo.

- Ok.

Digitei o nome dele no Google e selecionei alguns sites. Abri as galerias e ele ia dizendo qual foto queria ver.

- Erm, posso te perguntar uma coisa?- Coçou a nuca.
- Pode.

Ah meu Deus, lá vem bomba. Se prepara coração!

- Você é fã não é?- Assenti.- Então você gosta mais de quem?

Se recostou no sofá colocando o pé na mesinha.

- Uau, me pegou de surpresa... Eu gosto de todos, mas acho que os meus preferidos são o Emmett, o Jasper e a Alice. O Emmett porque é um palhaço, e eu adoro rir, a Alice porque eu me identifico muito com ela e o Jasper... Bem...- Encarei minhas mãos.
- Pode falar.- Incentivou-me. Percebi que ele estava muito ancioso pela minha resposta.
- Não vai rir e nem me achar uma tarada?
- Não.- Riu.
- Se você já está rindo agora que eu nem contei ainda imagina depois...
- Prometo não rir e nem te achar uma tarada.- Sorriu.
- Nem uma maluca sexual?
- Nem isso...
- Bem, eu gosto do Jasper porque ele passa uma imagem meio que selvagem sabe? Aquele olhar que diz "vou te pegar de jeito", além de ser super gostoso.- (N/A: Não canso de dizer o motivo pelo qual eu AMO o Jasper nas minhas fics... hahahah).- Ele é o tipo de cara que você não sabe qual será o próximo passo, e como viver uma aventura diferente à cada dia... E wow, tem aquela cara sexy de enigmático dele.

Acho que me empolguei demais. A cada palavra que saia da minha boca o sorriso dele aumentava.

- É, o Jasper tem bastantes qualidades... Sinto inveja dele.- Chegou mais perto.
- Ah pára, é você que dá vida a ele. Ou seja, tudo o que ele é, você é também.
- Então você também me acha gostoso? - Ergueu uma sombrancelha sorrindo torto.

Meu rosto virou um pimentão. Olha aonde eu me meti... É isso que acontece quando eu me empolgo de mais.

- Você disse que não iria me achar uma tarada!- Tentei desconversar.
- Mas eu não te chamei de tarada, só perguntei se você me achava gostoso.
- Eu acho, ok? Pronto respondi! Agora vamos voltar às fotos?

Ele me encarou por um momento e depois levou à mão ao meu rosto.

, se você desmaiar agora eu te mato!

- Você fica linda nervosa.- Acariciou minha bochecha.
- É mesmo? - Olhei para a tela do computador me sentindo o pior dos insetos.

Sempre disse que quando encontrasse com o Jackson Rathbone eu iria fazer e acontecer, agora tudo o que eu consigo fazer é soltar palavras desconexas, gaguejar e tentar imitar um tomate. Frustrante.

- É.- riu.- Não precisa ficar sem graça.
- Quem está sem graça? Eu? Há! Magina...
- Tudo bem então...- Colocou o braço envolta do meu ombro, voltando sua atenção para o site.
- Você gosta de ler?- Perguntei tentando mudar o rumo da conversa.
- Sim. Porque?
- Você já ouviu falar em Fanfics?
- O que?
- Fanfics... São histórias que fãs escrevem sobre personagens ficticios ou atores.
- Não, nunca ouvi falar. Porque, tem sobre mim?- Sorriu.
- Óbvio.- Eu passava o dia inteiro com o nariz na tela do PC lendo.

Coloquei no site e fui pegar uma água. Toda aquela aproximação me deu calor. Quando eu voltei ele estava com os olhos arregalados e com a mão na boca.

- O que foi?- Ergui a sombrancelha.

Ele me mostrou a tela do Lap top. Reconheci na hora o título da fic. Oh-Oh.

- Caramba Jackson, com tanta história você escolhe justo uma restrita?- Briguei.
- Que pouca vergonha...- Riu.- Você lê isso?- Ergueu a sombrancelha. Pensa rápido merda!
- Não, eu leio as normais. Como essa.

Catei uma qualquer e coloquei para ele ler.

Jackson estava viciado. Já tinha lido umas quatro.

- Está com sono?- Me perguntou.
- Um pouco, acho que vou dormir...- Me espreguicei.- Boa noite.
- Boa noite, qualquer coisa me grita... Tem algum problema eu ficar com isso? Eu quero termianar de ler.
- Não, tudo bem.- Dei de ombros.

Deitei na cama e não vi mais nada.

Jackson POV

Putz, porque não me falaram disso antes? É maravilhoso, você pode ler todo o tipo de história (gostei muito disso) com quem quiser.

Terminei de ler a que a não deixou eu ver, agora sei porque ela não deixou (vou ter sonhos a noite toda), e desliguei o aparelho.

Abri com cuidado a porta do quarto e o coloquei em cima da mesa. Quando eu ia saindo ela se mexeu jogando o edredom no chão. A camisa que eu emprestei estava suspença deixando a barriga descoberta, ô tentação...

Ajoelhei-me ao lado da cama e fiquei vendo o movimento do seu tórax de acordo com a sua respiração calma, levantei minha mão até a sua perna, mas a parei no meio do caminho. Não é certo. Mas... Tô nem aí.

Coloquei a mão levemente em cima da sua perna e afastei o cabelo da sua nuca. Ela se mexeu se arrepiando, é como se o corpo dela soubesse da minha aproximação. Apertei sua coxa enquanto distribuía beijos na base do seu pescoço. Quando vi que a coisa estava se discontrolando para o meu lado, tratei de tomar outro banho.

- Bom dia.

Uma mulher totalmente descabelada, com uma cara emburrada, entrou na cozinha. Já disse que adoro mulheres selvagens?

- Ótimo...- Sorri levando uma jarra de suco enquanto ela se sentava.- Parece que alguém acordou com o pé esquerdo.
- Em que isso te importa?- colocou os cotovelos na mesa me encarando.
- Hnm... Eu... Acho que...- Essa mulher está me deixando confuso.
- Ah, esquece.- rolou os olhos colocando um pouco de suco no copo.
- Ok.- É melhor não contrariar.

Silêncio. Eu estava concentradíssimo em escrever o meu nome na torrada com requeijão quando ela bateu com a mão na mesa.

- Sabe o que me irrita?
- Devo dizer não?
- Sim.
- Sim?
- Não!
- Ok. Tanto faz...
- É esse meu descontrole corporal! E mental também!

Levantou-se e começou a andar envolta da mesa.

- Eu me machuco e nem lembro como eu fiz isso... Eu tenho que arrumar um jeito de parar com isso, daqui a pouco eu acordo sem uma perna! Você está me entendendo?
- Claro!

Porque eu tenho a sensação que a qualquer momento ela pode enfiar uma faca nas minhas costas?

- Mas ainda não entendi o ponto da conversa.
- Esses roxos!- Mostrou-me o pescoço.- Eu não lembro de ter batido em nada. E acordo com isso!
- Hã...- É melhor eu finjir que não sei de nada.- É melhor você colocar gelo, não acha?
- CLARO QUE NÃO NÉ! AGORA NÃO ADIANTA MAIS! Besta!

E ela saiu soltando fumaça da cozinha. Deve ser a TPM.

Tomei um banho e fui ao closet pegar uma roupa limpa, quando a mesma mulher entra de roupas íntimas, de renda vermelha (ela quer me castigar, só pode) com um coque mal feito e me dá um abraço.

Eu já mencionei que eu estava pelado? Não? Pois é.

- Mas... O que... O que você está...- Desisto de entender essa pessoa.
- Desculpa! Desculpa ter gritado com você naquela hora. Você não tem nada a ver com os roxos e eu descontei em cima de você.

Tenho sim, mas isso não vem ao caso.

- Tudo bem.
- Tudo bem nada. Eu sou um mostro! Você é tão legal comigo, e como eu retribuo? Gritando e batendo em você.
- Você não me bateu.- Levantou o rosto do meu peito olhando nos meus olhos.
- Mas eu pensei...- Fez bico.

Medo.

- Mas não bateu, isso que importa.

Sorri. Mesmo se ela tivesse me batido eu não brigaria, afinal a culpa era toda minha mesmo.

- Você está cheiroso.- Ela cheirou meu pescoço.
- É porque eu acabei de tomar banho... Falando nisso, eu tenho que trocar de roupa.
- Ok.

Ela sentou na cama e cruzou as pernas. É agora que eu falo que ela está muito gostosa com esses... Trajes?

- Você pode sair?
- Não me incomodocrescentar que não desse tamanho...

Ela ficou olhando o meu "amigo" e sorriu. Depois eu sou pervertido.


Autora:
Pâmela |
 
Beta-Reader:  
Aline Santos



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