_________Luandabe____________Luandabel
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_________________Luandabela♥♥♥
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__________♥Olá♥ Caríssimo♥
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___EU___*####*
__QUERO___*####
__VOCÊ_______*##*
__FELIZ TODO___*##
__DIA___________*##.
______________.#####. Beijos :-***
___________.##########
__________.####*__*####
Na verdade... :x
Nós todos precisamos uns dos outros, eu, por exemplo, preciso
De você... Do seu carinho e da sua amizade.
Luandabela -)(-:

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A cruel indiferença



 A cruel indiferença


Basta um olhar nas grandes


cidades e lá está o retrato da indiferença.

Gente maltratada, infeliz, doente,

paupérrima se  esgueirando pelas ruas,

estendendo as mãos,  pedindo, suplicando.


Do interior dos carros, vidros fechados,

refrescados pelo ar condicionado,

perfumados e alimentados,

olhamos essas cenas  como se estivéssemos

vendo um  filme.

Alguns até reagem com uma certa irritação.

Culpam o Governo,
reclamam das diferenças sociais,

chamam de vadios os  andrajosos que olham
para eles com ar cobiçoso ou infeliz.

Outros viram o rosto,

enojados pelo espetáculo da miséria

e do abandono.

E há os que se compadecem,

mas têm medo de abrir a janela,

de estender a mão, de sorrir.

Todos esses, invariavelmente,

esquecem dos espetáculos da pobreza
tão logo chegam em casa,

ao escritório ou aos  locais de lazer.

Nos restaurantes,

quem lembra dos famintos?

Diante dos pratos

cheirosos e meticulosamente arrumados,

quem haveria de recordar crianças esqueléticas,

mães  famélicas?

Nos cinemas,

lágrimas nos vêm aos olhos diante de filmes que
retratam a desigualdade social avassaladora,

mas saímos de lá  impassíveis
diante do homem torturado que

sofre ao nosso  lado.

Que fizemos de nossa sensibilidade

diante da dor alheia?

Em que ponto de nossa vida a indiferença

se instalou em nosso  peito e,

com mãos de gelo,

nos segurou o  coração?

Certamente que a caridade não

exclui a prudência.

E é claro que não devemos nos responsabilizar

por todas as dores do  Mundo.

Mas, reflitamos:

Estaremos fazendo de fato

tudo o que é possível?

No momento damos as sobras de nossa mesa,

as roupas usadas,

alguns poucos reais     para uma instituição.

Tudo muito louvável.

Mas estaremos mesmo contribuindo

para reduzir a desigualdade
aterradora que se vê no Mundo?

Cada um de nós,

no papel que  desempenha,

no ambiente profissional,

pode contribuir, sim,

para mudar esse estado de coisas.

Quem de nós vive tão isolado que não

possa estimular  alguém ao estudo,

ao trabalho?



Quem de nós,  de  excelente condição financeira,

escolhe uma criança  pobre e lhe dá a chance

de estudar em boas escolas?

Quantas vezes temos a chance de mudar a vida de

alguém desvalido e  nos calamos,

omitimos, encolhemos?

Para aquele que tem vontade real de contribuir,

a vida     oferecerá
oportunidades ímpares de fazer a diferença.

Por isso, abra seu coração para o amor.

Desde hoje, deixe que seus
olhos contemplem o Mundo com

muito mais  bondade.

Procure ver em cada criatura sofrida

um irmão que tateia,  cego,

em busca da mão amiga  que lhe ofereça

apoio e  segurança.

A indiferença é a escuridão da alma.

Acenda a candeia de um coração
sensível e traga luminosidade para a sua

vida e para a de seus  companheiros
de jornada.

Redação do Momento Espírita.


Se gostou e quer copiar pode, no final só por favor mantenha os créditos se tiver autoria. Luandabela .(`'•.¸(`'•.¸ ¸.•'´) ¸.•'´) «`'•.¸.*... *.¸.•'´»(¸.•` * * Beijos!!! * (`'•.¸(`'•.¸ ¸.•'´) ¸.•'´)¸.•'´) «`'•.¸.*... *.¸Kaoma •'´»(¸.•` * (¸.•***

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